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quarta-feira, 22 de janeiro de 2020

Anvisa passa a exigir apenas receita médica para liberar importação de canabidiol

Entre os documentos que deixam de ser exigidos, está a apresentação de laudo médico com a descrição da doença e termo de consentimento

22/01/2020 - A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou nesta quarta-feira (22) mudanças no processo de autorização para que pacientes possam importar de produtos à base de canabidiol, um dos derivados da maconha.

Com as mudanças, a agência passará a exigir apenas a prescrição médica para análise de cada pedido, o qual deve ser feito por meio do Portal de Serviços do governo federal.

Entre os documentos que deixam de ser exigidos, está a apresentação de laudo médico com a descrição da doença e termo de consentimento –o qual passa a ser gerado de forma automática. Segundo a agência, a dispensa de laudo médico ocorre devido à responsabilidade do médico na prescrição de tratamentos.

O aval para importação também passará a valer por dois anos. Antes, esse período era de um ano.

Segundo o diretor-presidente substituto da agência, Antônio Barra, as medidas visam reduzir o tempo de espera de pacientes para obter os produtos, em um contexto em que crescem os pedidos de importação e o prazo para análise.

Questionada, a agência informa não ter estimativa de quanto será essa redução. "Mas esperamos que haja uma redução muito significativa. Fica difícil dizer que vamos zerar esse prazo. O ideal é que haja acompanhamento da sociedade", diz o diretor.

De acordo com Barra, o tempo de espera atual é em torno de 75 dias, "o que pode causar a descontinuidade de tratamentos e danos irreparáveis à saúde das pessoas", afirma. Para comparação, em 2018, o prazo para análise de cada pedido era de 45 dias.

A aprovação das mudanças ocorre um mês após a agência aprovar medidas que dão aval à venda de produtos à base de Cannabis em farmácias, mas vetar a proposta de um cultivo da planta por empresas para pesquisa e produção de medicamentos.

O veto ocorreu após críticas do governo de Jair Bolsonaro à proposta de cultivo, para quem a medida indicaria um primeiro passo para legalização da Cannabis no país.

Ainda não há prazo para oferta dos produtos em farmácias –a expectativa da Anvisa é que os primeiros pedidos de registro de produtos ocorram a partir de março, quando a resolução entra em vigor. Enquanto isso, pacientes ainda precisam recorrer aos pedidos de importação.

Desde que a Anvisa passou a receber esses pedidos, em 2015, ao menos 9.540 pacientes já obtiveram aval para importar produtos à base de canabidiol. As principais doenças apontadas nos pedidos são epilepsia, autismo, dor crônica, doença de Parkinson e neoplasia maligna.

A demanda, porém, tem sido crescente. Para comparação, em 2015, foram solicitadas 902 autorizações. Em 2018, esse número chegou a 3.613. Em 2019, dados apontam 6.276 pedidos somente até o terceiro trimestre.

Pacientes, porém, reclamam do alto custo para obter esses produtos, que chega a R$ 1.200 por mês, o que leva muitos a recorrer ao mercado ilegal. Fonte: NSC Total.

quinta-feira, 5 de dezembro de 2019

Qual a diferença entre maconha e canabidiol?

A cannabis, ou maconha em português, tem muitos nomes diferentes, incluindo mais de 1.200 gírias e mais de 2.300 nomes para cepas individuais. Além disso, existem muitos nomes para descrever o estado de estar sob a influência da maconha ou haxixe, as folhas e flores secas colhidas da cannabis para uso como medicamento. As cepas individuais tem maiores ou menores concentrações de Canabidiol, conforme sua genética. A cannabis pode ser da espécie Sativa, Índica e Ruderalis. Normalmente aquelas da espécie Ìndica possuem maior teor de CBD (canabidiol).

O canabidiol é extraído da flor da maconha e é fruto de operações complicadas (aqui um exemplo). Logo digo: é muito mais fácil fumar.

Por isso grande número de pessoas que tem necessidade de uso do canabidiol o faz através do ato de fumar a maconha, isto na forma de cigarros. O teor de CBD ou THC (Tetra-hidrocanabinol) e outros componentes dependerá da cepa, ou genética da maconha. Este site Leafly possibilita escolher a maconha de acordo com o que desejamos de teor de CBD e THC, basta colocar o cursor do mouse sobre as barras. Isto indicará o nome das cepas de maconha indicadas para seu objetivo, em nosso caso, diminuir os sintomas da doença de Parkinson. E lembre-se: isto nos EUA. Infelizmente no Brasil teríamos que subvencionar o crime, através da compra de maconha, sem garantia e sem origem, advinda do tráfico de drogas ilegal, clandestino e criminoso, redundantemente.

Hoje, a classificação da cannabis opera mais ou menos nas seguintes categorias:

Alto THC, baixo CBD (mais eufórico). Não seria recomendado para Parkinson.
Alto CBD, baixo THC (mais lúcido). Segundo alguns, bom para o Parkinson.
CBD e THC equilibrados (levemente eufóricos). Segundo outros, ideal para o Parkinson, pois além dos efeitos sobre a melhoria do controle motor e da dor, combateria a depressão, sem os efeitos colaterais do L-dopa.

Cada um desses três "quimiotipos" oferece benefícios médicos e perfis de efeitos exclusivos. Saiba mais sobre como as cepas de CBD e THC diferem aqui e tente experimentar diferentes cepas e potências para encontrar o que funciona melhor para você.

Meio alternativo de ministrar a maconha, separando seus componentes, é através de vaporizadores que podem ser regulados para vaporizarem a erva em temperaturas definidas que só liberem o componente desejado, como se fosse uma espécie de craqueamento, como se vê abaixo.

Outro meio é através dos cigarros eletrônicos, com o uso de cartchos contendo CBD, THC e proporções variadas. O fato é que tanto a maconha in natura como os cigarros eletrônicos são proibidos no Brasil.

Fontes: Wikipedia, Wikihow, Leafly, Mapadamaconha.

Número de usuários de canabidiol sobe 9 vezes em 4 anos

A partir de 2020, esse e outros compostos poderão ser produzidos e comercializados em território nacional

Óleo de canabidiol Foto: Douglas Magno - 28.12.2018
05/12/19 - O número de pacientes autorizados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) a importar canabidiol (CBD), composto feito a partir da planta da maconha, cresceu nove vezes em quatro anos, segundo dados do órgão. A partir de 2020, esse e outros compostos poderão ser produzidos e comercializados em território nacional, como prevê regulamentação da agência, aprovada nesta semana. Enquanto isso, as pessoas que dependem desse remédio precisam de autorização da Anvisa para trazer o produto de fora.

Segundo dados da agência, o total de pacientes com cadastro aprovado para importar o canabidiol passou de 826 em 2015 para os atuais 7.786, alta de 842%. O ano de 2019 bateu o recorde de novos pacientes cadastrados: 2.726 até o terceiro trimestre. O número já é maior do que o registrado em todo o ano passado: 2 371. "Acredito que (o aumento) esteja relacionado ao acesso à informação e ao reconhecimento das doenças para as quais o tratamento está sendo indicado", destaca a médica Paula Dall'Stella, especialista em cannabis medicinal.

Neurocirurgião funcional e um dos primeiros médicos a prescrever o canabidiol no País, Pedro Pierro confirma que, com novos estudos, mais doenças passaram a ser tratadas com CBD. "Comecei a prescrever essas medicações em 2014. Nos primeiros anos, só prescrevia para epilepsia. Hoje, prescrevo para muito mais doenças porque novos estudos foram sendo lançados e isso nos deu mais segurança", detalha o médico.

Atualmente, ele receita o remédio para condições como dor crônica, Parkinson, Síndrome de Tourret, autismo, distúrbios de sono, ansiedade, esclerose múltipla, entre outras. Para o médico, a maior divulgação dessa opção terapêutica na mídia também colaborou para o aumento no número de pacientes interessados.

Foi por meio de um programa de TV que a fisioterapeuta Camila Aparecida Shimabukuro Lima, de 40 anos, conheceu o CBD, há três anos. O filho dela, Rafael, de 8 anos, tem a síndrome de Sturge-Weber, que provoca crises convulsivas e retardo mental. Os medicamentos usados até então não davam bons resultados e nenhum médico havia mencionado a existência do CBD.

Após descobrir o tratamento na mídia, ela entrou com o pedido de autorização e recebeu o aval em 2017. "No caso do meu filho, o remédio não atua tanto nas convulsivas, mas percebi uma melhora no comportamento e na parte cognitiva", diz.

Cautela
Psiquiatra e membro da diretoria da Associação Médica Brasileira (AMB), Carmita Abdo diz que é preciso avaliar os resultados de estudos antes de incluir o canabidiol na rotina de prescrição. "Há muitas pesquisas e algumas não são conclusivas. Mas há indícios de que pode ser útil não só para epilepsia, mas para Parkinson, dores crônicas e esclerose múltipla."

Epilepsia
O Conselho Federal de Medicina (CFM) publicou, em 2014, resolução sobre o uso de canabidiol com foco na epilepsia infantil e em adolescentes. Em novembro, o órgão informou que realiza uma "ampla revisão bibliográfica, que vai balizar futuras decisões sobre a prescrição, ou não, dos derivados do canabidiol para outras doenças." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Fonte: O Tempo.

sexta-feira, 1 de novembro de 2019

USO MEDICINAL DO CANABIDIOL

A Palestra sobre o “USO MEDICINAL DO CANABIDIOL” (para algumas doenças neurológicas tais como PARKINSON, EPILEPSIA, etc.) está confirmada para o dia 11/11/19 (segunda-feira) ás 10 horas no Sindicato dos Comerciários sito a rua General Vitorino, 113, Auditório, Centro, Porto Alegre.
 
Além de ter entrada franca, esta palestra é aberta aos portadores das referidas doenças neurológicas, seus familiares e outros interessados.
 
Os palestrantes confirmados:

- Dr. JORGE LUIZ WINCKLER – Neurologista renomado e Professor de Neurologia (Regente da disciplina) na ULBRA - Universidade Luterana do Brasil;

- FRANKLIN VARGAS – Presidente da ANUC – Associação Nacional de Usuários do Canabidiol e um dos pioneiros na divulgação no Brasil dos benefícios do uso medicinal do canabidiol;

- Dr. ANGELO CESAR DIEL – advogado conceituado e portador da Doença de Parkinson;

- EDUARDO LINDENMEYER - portador da Doença de Parkinson e usuário do medicamento canabidiol.

Atenciosamente.

Emilson Fraga

sábado, 12 de outubro de 2019

HC estuda tratamento inovador da doença de Parkinson com canabidiol

Objetivo da pesquisa é tratar outros sintomas da doença, e pouco conhecidos, como a depressão, alteração do sono, ansiedade e confusão mental

11/10/2019 - Até o início de 2020, o Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto deve apresentar os resultados de um estudo inovador, já em fase avançada de testes, que pode incluir o canabidiol como substância de tratamento contra o Parkinson nacionalmente.

A informação foi confirmada ao ACidade ON nesta sexta-feira (11) pelo professor de neurologia da Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo) e responsável pelo Laboratório de Distúrbios do Movimento, Vitor Tumas.

O equipamento é responsável por tratar aproximadamente 700 pacientes já diagnosticados com esse mal, atualmente reconhecido como a segunda doença neurodegenerativa que mais afeta pessoas a partir de 60 anos. A primeira é o Alzheimer.

"Ainda faltam algumas comprovações sobre a eficácia, pois são estudos pequenos, mas acreditamos que a terapia pode auxiliar a combater sinais não motores, como os efeitos do sono", explica o médico.

De acordo com Tumas, apesar dos tremores serem a principal referência ao Parkinson, junto a lentidão dos movimentos e rigidez muscular, os pacientes também costumam apresentar quadros de depressão, alteração do sono, ansiedade, intestino preso e confusão mental.

Esses sintomas poderão ser tratados com o canabidiol, caso a pesquisa seja aprovada no HC e regulamentada pelo Governo. "As questões físicas já são controladas maioritariamente com um medicamento chamado Levodopa. Muito eficaz, inclusive", afirma.

O laboratório de ponta também realiza implantações de marca-passos cerebrais, indicadas para casos mais complicados, que necessitam de tratamentos especiais. A doença, no entanto, não é reversível.

Fatores hereditários

Responsável pela equipe especializada de Ribeirão, Vitor Tumas explica que o Parkinson é uma doença de níveis e com fatores hereditários, mas também está associado a exposição frequente a agrotóxicos. Os combatentes, porém, podem ser curiosos.

"Estudos epidemiológicos apontam que a predisposição de pessoas que tem contato com pesticidas, vivem na zona rural e ingerem água de poço é maior. Fumar e tomar café, por outro lado, podem ter efeito protetor [...]. A relação exata entre essas coisas não é certa", ressalta.

Algumas pesquisas relacionam os fatores à redução das células que produzem a dopamina. Este neurotransmissor é responsável por enviar mensagens a algumas partes do cérebro que controlam os movimentos e coordenação do corpo - na falta dele, o desequilíbrio pode ser balanceado com o medicamente já usado pelo laboratório do HC.

Segundo o Ministério da Saúde, a Levodopa tem capacidade para alcançar os trechos afetados do cérebro e se transformar em dopamina. Contudo, é eficiente apenas no combate a sintomas motores.

O objetivo do HC é encontrar um meio de combater os demais agravantes provocados pelo Parkinson e proporcionar mais qualidade de vida aos pacientes diagnosticados com a degeneração dos neurônios.

"Há vários níveis de manifestação da doença, e eles podem comprometer ou não a vida das pessoas. Ter doença de Parkinson, no entanto, não quer dizer que você vai atingir esse grau crítico. E apresentar apenas tremores não quer dizer que você tem a doença em si. Por isso precisamos de estudos e outras substancias capazes de complementar o tratamento", finaliza. Fonte: A Cidade On. Na fonte está disponível o áudio da matéria.

quinta-feira, 3 de outubro de 2019

Governo cria site para importação de remédios derivados da maconha

03/10/2019 - Pacientes que precisam de medicamentos à base de canabidiol já podem fazer a solicitação por meio do novo portal, que facilitará a importação dos remédios. Fonte: Portal T5.


sexta-feira, 13 de setembro de 2019

Guia do Consumidor de Óleo CBD (extrato de matéria patrocinada)

SEPTEMBER 13, 2019 - Com o CBD sendo legalizado recentemente, o número de empresas que vendem produtos de CBD está crescendo exponencialmente a cada dia. É fácil entender porque, a demanda por CBD é alta entre os consumidores, por sua enorme variedade de benefícios.

Embora já tenha sido comprovado que ajuda a muitos problemas de saúde física e mental, são necessários mais estudos para determinar toda a gama de suas capacidades. Uma coisa que sabemos com certeza é que o CBD é seguro de usar e localizamos os melhores óleos CBD do mercado para que você possa começar a experimentar os benefícios.

Benefícios do óleo CBD
Como o CBD ainda é relativamente novo no mercado legal, você pode não ter certeza de como isso pode beneficiar você e sua saúde. O CBD tem sido usado ao longo da história como um medicamento natural, mas a pesquisa científica moderna está apenas arranhando a superfície de seu potencial. Como o CBD foi legalizado apenas recentemente, a maioria das pesquisas médicas realizadas foi realizada em estudos e ensaios com animais. Agora está totalmente legalizado para que possa ser testado em humanos para ver todo o espectro do composto.

Aqui estão algumas das coisas que as pessoas em todo o mundo usam CBD para: - superar vícios - combater o câncer - aliviar a dor da artrite - ajudar com a ansiedade - ajudar os que sofrem de depressão - autismo - diabetes - um auxílio ao sono para insones - diminuir a inflamação - Doença de Parkinson - alívio da epilepsia - Esquizofrenia - problemas de pele - anti-náusea Estes listados acima são apenas alguns dos usos potenciais para o CBD. Dizemos "potencial", pois a pesquisa científica não provou 100% desses usos. Eles são baseados em alegações de pessoas que usaram o composto e também em ensaios com animais que mostraram CBDs prometendo benefícios para as doenças acima.

Outra grande vantagem do CBD é que é uma substância não viciante. Mesmo se você tomar uma dose alta de CBD, ainda é relativamente seguro. Como com qualquer coisa, é sempre uma boa ideia consultar seu médico antes de decidir comprar o óleo CBD on-line ou na loja.

Como usar o óleo CBD
Existem 4 maneiras diferentes de usar o óleo CBD. Qual você escolher dependerá de suas necessidades pessoais e dos efeitos desejados que você procura no produto. 1. A primeira maneira de usar o óleo CBD é por inalação. Você pode inalar fumando ou vaping. Como o CBD vai direto para a corrente sanguínea e os pulmões por esse método, é uma das maneiras mais rápidas de sentir os efeitos.

Se você deseja seguir a rota do fumo, pode fumar o óleo usando um tubo especializado chamado “vaporizador”.

Como alternativa, você pode vaporizar o óleo CBD. É uma boa opção, pois você ainda receberá os benefícios sem a dureza na garganta e nos pulmões que vem com o fumo.

2. Aplique diretamente na sua pele. Esta aplicação tópica é feita colocando-se sobre a pele em uma pomada ou loção. É a maneira mais direta de usar o óleo e você não precisará de ferramentas específicas para usá-lo.

3. Coloque o óleo CBD embaixo da língua. Esse método, também chamado de "sublingual", envolve o uso de um frasco de óleo CBD no estilo conta-gotas. Você simplesmente coloca algumas gotas embaixo da língua e depois de meio minuto, engole. É uma maneira rápida e fácil de usar óleo de CBD e também muito eficaz.

4. Coloque o óleo CBD em alimentos comestíveis. Você pode adicionar óleo de CBD em seus alimentos ou doces favoritos e ingeri-lo dessa maneira. Você já deve ter ouvido falar de pessoas que experimentam fortes efeitos comestíveis e provavelmente são pessoas que experimentaram comestíveis com óleo de THC, que é um componente psicoativo. O CBD produzirá efeitos muito mais suaves. (segue…) Original em inglês, tradução Google, revisão Hugo. Fonte: Austinchronicle.

segunda-feira, 9 de setembro de 2019

Projeto apoiado por Eduardo Bolsonaro 'libera' canabidiol

09/09/2019 - Em "campanha" pelo comando da embaixada brasileira em Washington, nos Estados Unidos, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) passou a apoiar um projeto de lei que torna automática a liberação de medicamentos no Brasil já aprovados por autoridades sanitárias estrangeiras, como a americana. A proposta esvazia as funções da Anvisa, a agência reguladora brasileira, e contraria a posição do governo em relação à maconha medicinal.

Além do "filho 03", outros aliados do governo, como o autor da proposta, General Peternelli, e Carla Zambelli - ambos deputados federais pelo PSL -, e o general Eduardo Villas Bôas, também já defenderam o uso do canabidiol (óleo extraído da maconha). Se aprovado, o texto apoiado por Eduardo liberaria a venda de ao menos um remédio à base de canabidiol usado para tratar epilepsia severa em crianças liberado pelos EUA no ano passado.

O uso do óleo derivado da planta extrapolou o debate médico e avançou na pauta política após a Anvisa ter realizado consulta pública, sem ordem do governo, para estabelecer critérios de produção e, consequentemente, de consumo da substância no Brasil. Criticada pelo governo Jair Bolsonaro, a proposta autorizaria o plantio da maconha para fins medicinais e o restringiria apenas a lugares fechados e sob o comando de empresas credenciadas.

Após conclusão da consulta, o formato final ainda não foi apresentado. Mas os ministros da Cidadania, Osmar Terra, e da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, já defendem que o Brasil adote apenas a "cannabis sintética" (que não existe no País), produzida em laboratório, para evitar a necessidade do plantio.

Segundo Terra, liberar o plantio seria o início da liberação de drogas no Brasil, tese também defendida por Bolsonaro durante visita a uma farmacêutica em São Paulo mês passado. "A nova direção do Brasil é de um presidente que respeita a família tradicional brasileira, é de um presidente que respeita a inocência da criança na sala de aula e diz não ao processo de legalização de drogas."

Em seu discurso, Bolsonaro ainda afirmou que agências reguladoras têm muito poder no Brasil, "para o bem ou para o mal". Em seguida, questionou o prazo para autorização de medicamentos, sugerindo que o "excesso de zelo da Anvisa" possa servir para vender facilidade.

Peternelli disse que considera bom o trabalho da agência brasileira, mas lamenta que a Anvisa não tenha um ação conjunta com órgãos internacionais. E também que seu projeto tenha ficado tão limitado à questão do canabidiol. "Não é disso que se trata. O projeto inclui sim o canabidiol, mas não de forma proposital. Quando o Eduardo (Bolsonaro) assinou a proposta essa polêmica nem existia", disse.

O parlamentar, no entanto, afirma não ver problema que o Brasil comercialize medicamentos à base de maconha natural - não o modelo sintético defendido agora pelo governo. "Até porque eles podem ser importados, apesar de o preço impedir que famílias de baixa renda tenham acesso." De acordo com a dose prescrita e a finalidade, o tratamento pode custar mais de R$ 1 mil por mês.

Ex-comandante do Exército e atual assessor do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) do Palácio do Planalto, Villas Bôas é portador de Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA), doença autoimune incapacitante que pode ser tratada com canabidiol. Em entrevista ao SBT mês passado, ele afirmou que não usa, mas defendeu o medicamento e citou "hipocrisia social" ao comentar as dificuldades enfrentadas pelos pacientes que buscam a droga.

O deputado Eduardo Bolsonaro não respondeu à reportagem. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Fonte: Notícias UOL. Veja mais aqui: setembro 10, 2019 - Filho de Bolsonaro defende liberação de remédios canábicos aprovados no exterior.

Infelizmente há uma incoerência nas posições do governo. Enquanto aqui postulam a liberação de um paliativo à doenças neurológicas, ali defendem a liberação de agrotóxico com potencial de causar o parkinson (Proibido em mais de 50 países e na União Europeia, herbicida comercializado no Brasil pode causar Parkinson).

sexta-feira, 6 de setembro de 2019

sexta-feira, 26 de julho de 2019

Óleo CBD para a doença de Parkinson

Pesquisas emergentes sugerem que o CBD pode oferecer benefícios terapêuticos para aqueles que vivem com Parkinson.
O CBD pode desempenhar um papel mais preventivo na doença de Parkinson do que um papel terapêutico.
Estudos indicam, no entanto, que o CBD também pode melhorar a qualidade de vida de pacientes com doença de Parkinson.
Alguns pacientes de Parkinson acham que o CBD é mais eficaz quando associado ao THC.
Estudos realizados em roedores demonstram os efeitos benéficos do CBD no tratamento ou prevenção de anormalidades motoras.

A doença de Parkinson (DP) é uma doença neurodegenerativa causada pela perda de células cerebrais produtoras de dopamina. As células dopaminérgicas ajudam a controlar o movimento e também influenciam o humor. Muitas pessoas que vivem com Parkinson apresentam tremores, rigidez ou lentidão de movimentos e podem ter depressão ou ansiedade. Os sintomas da doença também podem causar dor. A condição é crônica e progressiva.

Ainda não há cura para a DP, mas os sintomas podem ser tratados com cirurgia ou medicamentos que substituam ou aumentem a dopamina. Alguns desses medicamentos podem causar efeitos colaterais desagradáveis ​​a curto prazo, tais como tontura, náusea ou até mesmo comportamentos compulsivos. Problematicamente, os benefícios oferecidos por esses medicamentos podem diminuir ou ficar instáveis ​​ao longo do tempo.

Pesquisas emergentes sugerem que o CBD pode oferecer benefícios terapêuticos para aqueles que vivem com Parkinson. Que tipo de alívio pode oferecer?
Foto por Gina Coleman / Weedmaps News
Visão geral da pesquisa
O CBD tem efeitos anti-inflamatórios, neuroprotetores e antioxidantes. Tanto o estresse oxidativo quanto a inflamação desempenham um papel no Parkinson e em todos os distúrbios do movimento em alguma extensão. O CBD também possui propriedades ansiolíticas ou anti-ansiedade, que podem ajudar pacientes que experimentam ansiedade ou depressão junto com a DP.

Os poucos estudos em humanos que avaliaram o CBD como um tratamento para a DP concentraram-se em seu potencial para ajudar com sintomas não motores, como sintomas psicóticos, bem-estar e distúrbios do sono. Há pesquisas em modelos animais, no entanto, indicando que o CBD também pode ajudar no manejo dos sintomas motores.

Uma revisão de 2018 da pesquisa existente publicada no Frontiers in Pharmacology sobre o CBD para a doença de Parkinson sugere que o CBD pode desempenhar um papel mais preventivo na doença do que terapêutico.

Estudos sobre CBD para a doença de Parkinson
Um estudo de 2014 sobre participantes humanos publicado por Sage no Journal of Psychopharmacology indicou que o CBD pode melhorar a qualidade de vida dos pacientes com DP. Os autores do estudo encontraram melhorias no funcionamento e bem-estar entre os pacientes tratados com 300 miligramas de CBD diariamente durante seis semanas e apontaram para suas propriedades ansiolíticas, antidepressivas e sedativas como possivelmente explicando essas melhorias.

No entanto, os autores do estudo não conseguiram encontrar um benefício estatisticamente significativo do CBD para os sintomas motores, nem houve evidência de que o CBD proporcionou benefícios neuroprotetores, apesar da evidência de neuroproteção em modelos animais. Os autores reconheceram que o estudo usou uma amostra pequena (21 pacientes no total) e que rastreamento mais demorado pode ser necessário para que os benefícios neuroprotetores se tornem aparentes.

Um estudo piloto de 2008, também publicado no Journal of Psychopharmacology, avaliou a eficácia, tolerabilidade e segurança do CBD em pacientes com doença de Parkinson com sintomas psicóticos. A psicose afeta quase um terço dos pacientes com DP nos últimos estágios da doença. Quatro homens e duas mulheres que tiveram psicose por pelo menos três meses receberam CBD puro em doses variadas (começando com 150 miligramas por dia) por quatro semanas em conjunto com sua terapia usual.

Escalas, questionários e entrevistas mostraram que o tratamento com CBD melhorou significativamente os transtornos do pensamento e também diminuiu significativamente os distúrbios do sono, alucinações e delírios. Embora o CBD não tenha afetado a função motora de maneira estatisticamente significativa, os pacientes pareciam apresentar alguma melhora. Os pacientes toleraram bem o tratamento com CBD, sem apresentar efeitos adversos.
Foto por Gina Coleman / Weedmaps News
Um relatório de caso de 2014 publicado no Journal of Clinical Pharmacy and Therapeutics, investigou o CBD como um tratamento para o distúrbio comportamental do sono REM em quatro pacientes com doença de Parkinson. Três pacientes receberam 75 miligramas de CBD por dia e um recebeu 300 miligramas por dia. Todos os quatro pacientes receberam CBD por seis semanas.

Pesadelos, agitação e comportamento agressivo reduziram imediata e significativamente no caso de um homem e cessaram completamente nos outros três casos ao longo das seis semanas. No entanto, após o tratamento ter sido interrompido, os sintomas retornaram com a mesma frequência e intensidade.

Perspectivas do Paciente
Nos fóruns do Reddit, os pacientes que vivem com DP discutem suas experiências de uso do TCC como tratamento para os sintomas associados à doença.

Um colaborador observou que o CBD parecia ajudar a função motora em algum grau.

“Temos tentado passar debaixo da língua nas últimas semanas com meu pai para ajudá-lo a dormir à noite. Não usado de forma consistente o suficiente para ver se está ajudando ainda, mas minha mãe percebe alguma redução nos tremores nas mãos.
Foto por Gina Coleman / Weedmaps News
Outro colaborador descobriu que o CBD era mais eficaz quando associado ao THC, e acreditava ser benéfico começar com uma dose conservadora e gradativamente aumentar.

“Eu não uso CBD para meus tremores (eles são muito pequenos, a menos que eu esteja com muita dor ou estressado), mas eu uso isso para rigidez muscular e dor. Eu pessoalmente não acho o CBD tão eficaz quanto o THC, mas eu uso ambos. É SEMPRE mais seguro começar com uma dose menor e depois aumentar o seu trabalho, mesmo que apenas para CDB, especialmente com comestíveis! Se você não for cuidadoso, pode te atingir muito e fazer você se sentir muito pior. E eu quero dizer muito pior! Já estive lá e agora tenho muito cuidado com a dosagem.”

Um indivíduo que vive com a doença de Parkinson compartilhou suas observações em um fórum mantido pela Parkinson.org após usar o CBD (sem THC) por um mês:

“Ao longo do último mês, perdi alguns dos super benefícios que achei que recebia durante a primeira semana, mas o fato é que um nível notável de melhoria persistiu. Eu realmente preciso de ajuda com ansiedade, agitação, problemas de raiva, deficiências nervosas autônomas e muitas outras coisas do tipo não-movimento. Eu penso e espero que o óleo de CBD esteja ajudando. ”

Visualizações de especialistas
Fernanda F. Peres é a principal autora em uma revisão de 2018 sobre o CBD como um tratamento para a doença de Parkinson e outros distúrbios do movimento, publicado em Frontiers in Pharmacology.

Peres está convencido de que o CBD possui um forte potencial no tratamento da DP.

“Temos dados apontando para os efeitos benéficos da CBD sobre os sintomas não motores. Usar o CBD, além de medicamentos antiparkinsónicos, é uma possibilidade futura, na minha opinião”.

Peres ressalta que os medicamentos de primeira linha para a DP, como a carbidopa-levodopa, aumentam a neurotransmissão dopaminérgica, o que melhora os sintomas motores, mas pode levar a efeitos adversos significativos, como sintomas psicóticos ou movimentos involuntários.

"Estes medicamentos podem diminuir as deficiências motoras, mas não para impedir a neurodegeneração dopaminérgica que é a base da DP", acrescentou.
Foto por Gina Coleman / Weedmaps News
O CBD, por outro lado, causa apenas efeitos colaterais leves, como fadiga ou boca seca, em alguns indivíduos. O CBD também pode ajudar a prevenir ou retardar a progressão da DP. Embora atualmente haja falta de evidência clínica em estudos em humanos, Peres acredita que o diagnóstico precoce da doença de Parkinson permitirá que as propriedades neuroprotetoras do CBD funcionem melhor.

Ela aponta para os estudos realizados em roedores que demonstram os efeitos benéficos do CBD no tratamento ou prevenção de anormalidades motoras e enfatiza que a diferença entre os estudos em humanos e animais é que a doença é diagnosticada mais tarde em participantes humanos, comparado com modelos animais nos quais a DP é induzido.

“Atualmente, quando se diagnostica a DP, cerca de 60% dos neurônios dopaminérgicos já estão perdidos”, explicou Peres à Weedmaps News.

“Considerando os efeitos neuroprotetores do CBD, pode não ser benéfico após extensa neurodegeneração. Nós especulamos que as melhorias futuras nos critérios de diagnóstico de DP levarão ao diagnóstico precoce e expandirão os benefícios do CBD para os pacientes com DP. O CBD é uma molécula com múltiplos mecanismos de ação, nem todos completamente elucidados”.

The Bottom Line
Embora existam evidências de que o CBD pode melhorar a qualidade de vida e o sono em pacientes com doença de Parkinson, mais pesquisas são necessárias para entender se o CBD pode ajudar a prevenir ou desacelerar a neurodegeneração, levando a anormalidades motoras. Original em inglês, tradução Google, revisão Hugo. Fonte: WeedMaps.

terça-feira, 23 de julho de 2019

FDA adverte empresa comercialização de produtos canabidiol não aprovados com alegações infundadas para tratar o câncer, doença de Alzheimer, abstinência de opióides, dor e ansiedade animal de estimação

Agência está acelerando o trabalho para avaliar políticas regulatórias relacionadas à cannabis e ingredientes derivados da cannabis como CBD

July 23, 2019 - Hoje, a Administração de Alimentos e Medicamentos dos EUA anunciou que emitiu uma carta de advertência à Curaleaf Inc., de Wakefield, Massachusetts, por vender ilegalmente produtos não aprovados contendo canabidiol (CBD) online com alegações infundadas de que os produtos tratam de câncer, doença de Alzheimer e opiáceos. abstinência, dor e ansiedade de animal de estimação, entre outras condições ou doenças.

“À medida que examinamos possíveis vias regulatórias para o marketing legal de produtos que contêm cannabis e compostos derivados de cannabis como CBD, proteger e promover a saúde pública continua sendo nossa principal prioridade. A venda de produtos não aprovados com alegações terapêuticas infundadas - como alegações de que os produtos da CBD podem tratar doenças e condições graves - pode colocar pacientes e consumidores em risco, levando-os a adiar importantes cuidados médicos. Além disso, há muitas perguntas não respondidas sobre a ciência, segurança, eficácia e qualidade de produtos não aprovados contendo CBD”, disse o Comissário em exercício da FDA Ned Sharpless, MD. “A ação de hoje demonstra que a agência mantém seu compromisso de continuar monitorando o mercado e protegendo a saúde pública tomando medidas necessárias contra empresas que enganam os consumidores e os colocam em risco ao vender ilegalmente produtos comercializados para usos terapêuticos para os quais não são aprovados, como aqueles que alegam tratar o câncer ou a doença de Alzheimer. Os consumidores devem ter cuidado com a compra ou uso de tais produtos.”

Dado o interesse em produtos que contêm cannabis ou compostos derivados de cannabis, e CBD em particular, o FDA tem e continua a adotar uma abordagem ampla, integrada e colaborativa para abordar a regulamentação de produtos feitos a partir de CBD sob sua jurisdição. A agência estabeleceu um grupo de trabalho interno de alto nível para explorar caminhos potenciais para vários tipos de produtos da CBD serem legalmente comercializados. Um componente importante deste trabalho é obter e avaliar informações para tratar de questões pendentes relacionadas à segurança de produtos CBD que informarão a consideração da agência sobre possíveis estruturas regulatórias para a CBD, mantendo os rigorosos padrões de saúde pública da FDA. Como parte desse trabalho, a FDA realizou uma audiência pública em maio e abriu um protocolo para comentários escritos, para obter dados científicos e informações sobre segurança, fabricação, qualidade do produto, marketing, rotulagem e venda de produtos que contenham cannabis ou compostos derivados.

“Continuaremos a trabalhar para proteger a saúde e a segurança dos consumidores americanos de produtos que estão sendo comercializados em violação da lei por meio de ações como as que a FDA está adotando hoje. Ao mesmo tempo, também reconhecemos as oportunidades em potencial e o interesse significativo em medicamentos e outros produtos de consumo contendo CBD”, disse a vice-comissária adjunta da FDA, Amy Abernethy, MD, Ph.D. “Entendemos que esta é uma questão nacional importante com impacto na saúde pública e de interesse para os agricultores de cânhamo americanos e muitos outros interessados. A agência tem um caminho bem estabelecido para o desenvolvimento de medicamentos e aprovações de medicamentos, e continuamos comprometidos em avaliar as políticas regulatórias da agência relacionadas a outros tipos de produtos como o CBD. Planejamos informar nosso progresso no início deste outono, à medida que aceleramos nosso trabalho para tratar de muitas questões sobre o CDB. A abordagem baseada em passos e baseada em ciência que estamos adotando protege os pacientes e a saúde pública, promove a inovação para produtos seguros e apropriados e promove a confiança do consumidor.”

Conforme descrito na carta de advertência emitida à Curaleaf, a empresa utilizou páginas da Web de produtos, sua loja on-line e sites de mídia social para fazer reivindicações infundadas sobre mais de uma dúzia de produtos CBD diferentes. Exemplos das reivindicações não suportadas e não aprovadas feitas pela empresa incluem:

“O CBD demonstrou ter propriedades que neutralizam o crescimento da [e / ou] disseminação do câncer.”
“O CBD foi eficaz em matar células de câncer de mama humano.” • “O CBD também mostrou ser eficaz no tratamento da doença de Parkinson.”
"O CBD tem sido associado ao tratamento eficaz da doença de Alzheimer ..."
“O CBD está sendo adotado cada vez mais como uma alternativa natural aos tratamentos de grau farmacêutico para depressão e ansiedade”.
“O CBD também pode ser usado em conjunto com medicamentos opioides, e vários estudos demonstraram que o CBD pode de fato reduzir a gravidade da abstinência relacionada aos opioides e diminuir o acúmulo de tolerância”.
"O óleo CBD está se tornando uma fonte popular e natural de alívio usado para tratar dos sintomas de muitas doenças comuns, como dor crônica, ansiedade ... TDAH".

Quais são os benefícios do óleo CBD? … Alguns dos usos de óleo de cânhamo mais pesquisados ​​e bem apoiados incluem…. Ansiedade, depressão, transtornos de estresse pós-traumático e até esquizofrenia. Dor crônica da fibromialgia, do desalinhamento dos discos da coluna vertebral. . . Transtornos alimentares e dependência. . ..
“Os médicos prescrevem a filhote de cachorro Xanax, para donos de animais de estimação, o que pode ajudar em certos casos, mas não é necessariamente uma medicação desejável para dar ao seu cão continuamente. Enquanto o óleo CBD é natural e oferece resultados semelhantes sem o uso de produtos químicos ”.
“Para os cães que sofrem de dor, espasmos, ansiedade, náusea ou inflamação, frequentemente associados a tratamentos de câncer, o CBD (também conhecido como canabidiol) pode ser uma fonte de alívio tão necessário”.
O FDA solicitou respostas da Curaleaf dentro de 15 dias úteis informando como as violações serão corrigidas. A falha em corrigir as violações prontamente pode resultar em ação legal, incluindo apreensão de produto e mandado de segurança.

A agência continua preocupada com a proliferação de produtos que afirmam conter CBD que são comercializados para usos terapêuticos ou médicos que não foram aprovados pelo FDA. O processo de aprovação da FDA garante que os medicamentos no mercado são seguros e eficazes para os usos terapêuticos pretendidos. A CBD é comercializada em vários tipos de produtos, como gotas de óleo, cápsulas, xaropes, chás e loções e cremes tópicos. Muitas vezes, esses produtos são vendidos on-line e, portanto, estão disponíveis em todo o país. Exceto por um medicamento humano de prescrição para tratar formas raras e graves de epilepsia, o FDA não aprovou nenhum outro produto de CBD, e há informações muito limitadas para outros produtos de CBD comercializados, que provavelmente diferem na composição do produto aprovado pelo FDA e não foram avaliados quanto a possíveis efeitos adversos no corpo.

Ao contrário dos medicamentos aprovados pelo FDA, o processo de fabricação desses produtos não foi sujeito à revisão do FDA como parte do processo de aprovação de medicamentos, e não houve avaliação do FDA sobre se esses produtos são eficazes para o uso pretendido, qual a dosagem adequada. é como eles poderiam interagir com medicamentos aprovados pela FDA, ou se eles têm efeitos colaterais perigosos ou outras preocupações de segurança. Alegações infundadas associadas a produtos da CBD podem levar os consumidores a adiar a obtenção de cuidados médicos importantes, como diagnósticos, tratamentos e cuidados de suporte adequados. Por esse motivo, é importante que os consumidores conversem com um profissional de saúde sobre a melhor maneira de tratar doenças ou condições com opções de tratamento existentes e aprovadas. O FDA também adverte os donos de animais contra o uso de tais produtos e recomenda conversar com um veterinário sobre as opções de tratamento adequadas para animais de estimação. A agência também não aprovou compostos derivados de cannabis ou cannabis como o CBD para qualquer uso em animais e não pode garantir a segurança ou a eficácia destes produtos.

A FDA já enviou cartas de advertência para outras empresas vendendo ilegalmente produtos da CBD que alegavam prevenir, diagnosticar, tratar ou curar doenças graves, como o câncer. Alguns desses produtos violavam ainda mais a Lei Federal de Alimentos, Medicamentos e Cosméticos porque eram comercializados como suplementos alimentares ou porque envolviam a adição de CBD à comida.

A agência incentiva os profissionais de saúde e os consumidores a relatar reações adversas associadas a esses ou produtos semelhantes ao programa MedWatch da agência.

A FDA, uma agência do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos EUA, promove e protege a saúde pública, entre outras coisas, assegurando a segurança, eficácia e segurança de medicamentos humanos e veterinários, vacinas e outros produtos biológicos para uso humano, e dispositivos médicos. A agência também é responsável pela segurança e proteção do suprimento alimentar de nossos países, cosméticos, suplementos alimentares, produtos que emitem radiação eletrônica e regulam os produtos de tabaco. Original em inglês, tradução Google, revisão Hugo. Fonte: FDA.

Existem estudos, não confirmados, de que o CBD ajude nos problemas de saúde citados e refutados pela FDA. Isto não significa que seja um bálsamo para todos os males. Faz bem a FDA, a ANVISA "deles" em coibir tal publicidade potencialmente enganosa.  Ressalva-se serem mais liberais do que a ANVISA, sendo mais tolerantes ao CBD, com uma competitividade de mercado que possibilita a oferta desses produtos a preços bem mais acessíveis do que os ofertados no Brasil, sem desconsiderar a burocracia imposta aos potenciais usuários brasileiros ao considerarmos o baixo risco à saúde apresentado pelo óleo de CBD.

sábado, 2 de fevereiro de 2019

Goma de mascar de maconha para aliviar a dor da fibromialgia.



Não é de hoje que estudos comprovam o imenso potencial da planta cannabis, popularmente conhecida como maconha, no tratamento de doenças. Esta planta possui diversos outros fins além das propriedades medicinais.

O fato é que esta planta milagrosa já é liberada para fins medicinais em muitos países e é utilizada, principalmente, no tratamento de convulsões severas, epilepsia e Parkinson, controlando instantaneamente os ataques sofridos pelos pacientes.

A maioria das pessoas só conhece a versão da maconha em erva, mas dela também é extraído um óleo que pode ser aplicado diretamente em lesões, inclusive cancerosas, e agora está sendo lançada em formato de chiclete.

Os pacientes de fibromialgia serão os maiores beneficiados desta goma, que contém em sua composição 5% de CBD e 5% de THC, substâncias naturais da planta, que nesta quantidade são capazes de bloquear a dor do corpo sem alterar a consciência.

A fibromialgia é mais do que um distúrbio da dor crônica: também pode causar fadiga, sono, problemas digestivos, bem como problemas de memória e humor. Você pode realmente usar maconha para fibromialgia para obter alívio do que precede.

Para muitos, a perspectiva de tomar medicamentos para o resto de suas vidas está longe de ser atraente, especialmente quando se considera alguns dos efeitos colaterais. É por isso que mais e mais pacientes com fibromialgia recorrem à cannabis medicinal para controlar seus sintomas.

GOMA DE  MARIJUANA PARA FIBROMIALGIA
No caso da fibromialgia, muitos pacientes preferem tomar maconha medicinal do que tomar paracetamol, analgésicos prescritos, antidepressivos e anticonvulsivantes que são geralmente prescritos. Na verdade, um “adesivo de cannabis” já foi projetado para esses pacientes.

O MedChewRx é uma goma de marijuana especialmente desenvolvida para pacientes com fibromialgia que contém 5 mg de CBD e THC, o composto ativo da maconha.

Como fumar tem um impacto negativo na saúde dos pulmões e a comida pode demorar um pouco para ter efeito, a goma de mascar é uma opção muito mais rápida e segura. Por entrar em contato direto com a saliva, a substância vai para a corrente sanguínea mais rapidamente, fazendo com que seus efeitos sejam imediatos.

-Efeitos neuroprotetores e neuroestimuladores na mente
-Alívio do estresse
-Estimulação do sistema cardiovascular
-Melhoria da deterioração cognitiva relacionada à idade

Também é muito mais discreto e socialmente aceitável do que fumar. Também é mais portátil que o óleo CBD.

O FUTURO DA GOMA DE MASCAR DE MARIJUANA

Professor John Zajicek, que dirige os ensaios clínicos marijuana goma, adverte que pode demorar algum tempo antes de a goma chegar ao mercado. Os efeitos colaterais foram relatados e não foram bem compreendidos. Também falta caracterizar um pico típico dos medicamentos tradicionais de cannabis.

Como qualquer medicação, a goma de mascar só estará disponível comercialmente depois de ter sido amplamente testada e comprovada como segura e eficaz.

PRODUTOS ATUAIS DA CANNABIS
As opções atuais para a maconha para aqueles com fibromialgia incluem o óleo de cânhamo CBD, que é baixo no composto psicoativo THC que também é encontrado na cannabis. Pode ser feito em casa ou comprado na forma de puro óleo de cânhamo CBD, tinturas diluídas, cápsulas e produtos tópicos.

Outras opções incluem fumar maconha, que ajuda na dor crônica, insônia e muito mais. Também permite um tratamento mais personalizado graças às muitas variedades de cannabis disponíveis sob a forma de cepas.

Finalmente, comestíveis infundidos com maconha, como assados, bebidas, pastas e doces. Comer cannabis é melhor para os pulmões e é muito mais poderoso.

Possibilidades de Cannabis chew não param por aí: AXIM Biotechnologies, Inc., empresa líder em investimento, e Universidade de British Columbia firmaram um Acordo de Ensaios Clínicos (CSA) para iniciar um ensaio clínico para CanChew canabidiol mastigar Plus® (CBD) goma de mascar. Esta goma é especificamente concebida para o tratamento de psicose induzida por drogas, em adultos, também chamado “perturbação psicótica induzida por substâncias”.

O comitê de ética da Universidade elaborará o teste juntamente com a Health Canada para testar a goma de mascar, que contém 50 mg de CBD. Este é apenas um exemplo de como os produtos de cannabis podem ser usados ​​para uma infinidade de doenças. Fonte: Coruja-prof blogspot. Veja também aqui: Medicinal cannabis chewing gum in clinical phase.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

Gestor de dispensários: Siouxland docs deve estudar cannabis para seus pacientes

1/2/2019 - SIOUX CITY - Desde que a MedPharm Iowa foi inaugurada em Sioux City, em 1º de dezembro, apenas algumas dezenas de pacientes abriram caminho até as portas do dispensário.

Stephen Wilson, gerente do dispensário (ele também supervisiona as operações na unidade de Des Moines da MedPharm) disse que atualmente o dispensário vê cerca de 35 a 40 pacientes, um número não muito distante do dia em que eles abriram.

O que não quer dizer que as pessoas não estejam interessadas no produto. Eles acabaram de ter dificuldade em descobrir como obter permissão para comprá-lo.

"Obtivemos várias pessoas obviamente muito interessadas no programa", disse Wilson. "O problema é que os médicos em geral na área de Siouxland ficaram talvez confusos quanto ao seu papel no processo de certificação, ou apenas ignorantes sobre o que eles sabem sobre a cannabis medicinal."
Recipientes vazios de extratos de cannabis da marca Aliviar da MedPharm Iowa são mostrados no dispensário de Sioux City. O dispensário foi aberto em 1º de dezembro. Mason Dockter, Sioux City Journal
Em maio de 2014, o então Gov. Terry Branstad assinou o Medical Cannabidiol Act, que permitia a posse de óleo CBD com a recomendação de um neurologista para o tratamento da epilepsia intratável. A lei ficou sob fogo, porque não dava aos pacientes nenhuma maneira legal de obter óleo de CBD. Então, em maio de 2017, Branstad autorizou a Lei de Cannabidiol Médica expandida, que preparou o caminho para o cultivo legal e distribuição de maconha medicinal no estado e expandiu a lista de condições médicas cobertas pela lei.

Para comprar cannabis, os moradores de Iowa têm que ter uma condição médica qualificada que tenha sido certificada por um médico ou ser um cuidador aprovado de um paciente com uma condição de qualificação. Pacientes ou cuidadores devem enviar uma solicitação ao Departamento de Saúde Pública de Iowa e, se aprovados, obter um cartão de registro de canabidiol do Departamento de Transportes de Iowa antes de poderem fazer uma compra em um dispensário.

E é aí que está o problema. Os médicos da área de Sioux City não sabem o que fazer com a questão da cannabis.

Mas supondo que um paciente possa encontrar um médico para "certificar" sua condição, o paciente pode imediatamente entrar no dispensário? Não necessariamente.

"O estado estipula que o provedor de certificação deve ter estabelecido uma relação paciente-provedor com o indivíduo que está sendo certificado", disse Wilson. "É por isso que a maioria das pessoas vai apenas aos seus médicos".

As condições de qualificação da cannabis medicinal em Iowa incluem o câncer (se o câncer em si ou o tratamento resultar em dor, náusea, vômito ou debilitação); convulsões; Doença de Crohn; dor intratável; Esclerose Múltipla (com espasmos musculares severos e persistentes); AIDS ou HIV; Esclerose lateral amiotrófica (ELA); Doença de Parkinson; e qualquer doença terminal com uma expectativa de vida provável de menos de um ano, se a doença resultar em dor crônica, náusea, vômito ou perda grave.

Existem alguns médicos na área que estão dispostos a certificar alguns pacientes para cannabis. Wilson está impedido de dizer quem eles são, mas eles estão por aí em algum lugar.

"Sempre encorajamos qualquer médico ou provedor de certificação interessado em aprender mais sobre o programa, estamos felizes em conversar com eles sobre isso", disse ele.

Uma garrafa vazia de tintura 20: 1 (20 partes de CBD para 1 parte de THC) é mostrada na localização Sioux City da MedPharm Iowa. Mason Dockter, Sioux City Journal

'Como um garoto normal hoje'

O filho de Bill Rose, Christian, de 13 anos, sofria durante anos de epilepsia, autismo e TDAH. Ele foi diagnosticado com autismo por volta dos 4 anos, TDAH por volta dos 5 anos e epilepsia por volta dos 9 anos.

"Longa história, muito curta, ele está tendo ataques pelo tempo que sabemos", disse Rose.

"Não tínhamos ideia de que ele estava tendo convulsões", porque a família os atribuiu ao "afastamento" cristão devido ao seu autismo. Não foi até que um bombeiro visitou a escola por acaso e viu Christian sofrendo uma convulsão que alguém percebeu o que realmente estava acontecendo.

"Ele o viu e disse: 'Chame uma ambulância, ele está tendo uma convulsão. Ele não está apenas se afastando'", disse Rose. "Ele sabia, ele tinha visto isso antes."

Outras medicações para epilepsia funcionaram, disse Rose, mas elas mudaram o comportamento de Christian, o apetite e "todas as facetas de sua vida". Foi uma mudança gradual que foi difícil de perceber.

Rose disse que a família leu sobre os produtos de cannabis para a epilepsia, e para o autismo, mas eles foram limitados pela proibição legal contra a cannabis. Mesmo depois que o governador Branstad assinou a Lei Médica do Cannabidiol, não havia como obter qualquer CBD no estado.

Uma convulsão especialmente grave obteve a certificação de um médico para Christian, mas ainda não havia lugares em Iowa para obter legalmente os produtos de cannabis.

Enquanto isso, quando Christian completou 11 ou 12 anos, a dosagem para outro remédio foi aumentada. Ele desenvolveu manchas em seu corpo e os médicos ficaram alarmados.

"Eles disseram: 'Você precisa parar todos os remédios, imediatamente, você só precisa expulsá-los do seu corpo'", disse Rose. Então eles fizeram, deram a ele apenas óleos CBD obtidos fora do estado.

Eles notaram grandes mudanças. Antes, Christian sofria extrema sensibilidade ao ruído, como freqüentemente ocorre no autismo, na medida em que ele teve que cobrir seus ouvidos quando estava fora. Até o barulho de um corte de cabelo era insuportável.

Isso se dissipou depois que eles pararam seus outros medicamentos em favor do óleo de cannabis.

"Esse garoto é como um garoto normal hoje", disse Rose. "Ele pede um corte de cabelo agora. Ele gosta de sair e brincar. Não podemos mantê-lo dentro. Esse garoto fez um 180".

Agora que o MedPhram está aberto na 5700 Sunnybrook Drive, Rose precisava ir além de Sioux City para os medicamentos de seu filho. Eles agora usam uma mistura de 20: 1 (20 partes de CBD para 1 parte de THC) do produto da marca Aliviar da MedPharm.

Rose disse que a família teve que fazer uma tonelada de pesquisas ao longo dos anos para descobrir que tipo de produto seria melhor para Christian. Ele gostaria que houvesse mais pesquisas disponíveis, ou que os médicos pudessem dar conselhos e orientações mais específicos aos pacientes.

Mas eles foram capazes de descobrir por conta própria, como muitos outros têm.

"Estamos em um bom lugar com isso", disse Rose. Original em inglês, tradução Google, revisão Hugo. Fonte: Sioux City Journal.

sábado, 26 de janeiro de 2019

Óleo CBD e Doença de Parkinson

Por Osman Shabir
Lifestyle Discover / Shutterstock
Jan 25, 2019 - A cannabis é a droga recreativa mais amplamente utilizada em todo o mundo, com muitas variantes que têm sido usadas tanto medicinalmente no tratamento ou tratamento de várias doenças, incluindo dor crônica, como também sendo usada recreacionalmente para alcançar um alto nível.

Recentemente, o Canadá tornou-se o primeiro grande país ocidental depois do Uruguai a legalizar a maconha / cannabis para uso e cultivo recreativos e medicinais. O Reino Unido abriu agora uma exceção para a cannabis medicinal no tratamento de epilepsia grave, doença relacionada à quimioterapia e esclerose múltipla, mantendo, ao mesmo tempo, um status ilegal de Classe B para uso recreativo (posse e distribuição).

O que é o óleo CBD?
A cannabis medicinal é frequentemente vendida como óleo de canabidiol (CBD). É um dos principais canabinóides das plantas de cânhamo. No entanto, o óleo CBD geralmente não contém tetraidrocanabinol (THC), que é a principal substância psicoativa da cannabis. A cannabis seca também pode ser vendida em alguns países / estados como maconha medicinal, e muitas vezes produz os efeitos totais da cannabis.

O óleo de CBD pode tratar Parkinson?
A doença de Parkinson manifesta-se clinicamente como discinesia (incapacidade de movimento), tremor de repouso, bradicinesia (movimentos lentos), distonia (rigidez dos músculos incluindo músculos faciais), postura inclinada, salivação, disfunção sexual e urinária e, em alguns casos, sintomas psiquiátricos incluindo psicose, demência e depressão.

O cérebro tem uma expressão rica de receptores de canabinóides em vários locais, como o receptor acoplado à proteína G GPR6 dentro dos gânglios da base (uma parte fundamental do cérebro afetado por Parkinson). Estudos que investigaram a ingestão oral de óleo de CBD (e fumo de cannabis) no tratamento de sintomas Parkinsonianos observaram resultados geralmente positivos.

Um estudo observacional relatou alívio rápido dos sintomas de Parkinson (incluindo bradicinesia e tremor) após a inalação de fumaça de cannabis (CBD + THC) em cerca de 79% dos pacientes (de um total de 28). Em outro estudo, 56% de uma pequena coorte de pacientes apresentaram melhora nos problemas de humor e sono.

Em um estudo maior de 339 pacientes tchecos com Parkinson que usavam rotineiramente folhas de cannabis por via oral (CBD + THC), houve melhora significativa nos tremores de repouso, bradicinesia e rigidez, com pouco ou nenhum efeito colateral em geral. Os sintomas foram melhorados particularmente em pacientes que usavam cannabis por mais de 3 meses ou mais.

Estudos focados apenas no uso de óleo de CBD mostram resultados mistos. Um estudo mostrou que o óleo oral de CBD reduziu os sintomas psicóticos em pacientes com Parkinson, mas com pouco efeito sobre a discinesia. No entanto, produziu melhorias genéricas no estado físico, bem como em questões relacionadas à insônia. Estudos maiores são necessários para confirmar esses achados, no entanto, como esses estudos tiveram um tamanho de amostra relativamente pequeno (menor do que 20).

Ao contrário do THC, o óleo de CBD sozinho não mostra as propriedades psicoativas da cannabis. Por esta razão, o THC deve ser administrado de forma cuidadosa e controlada. Infelizmente, enquanto a cannabis continua a ser uma droga controlada sob a maioria das leis internacionais, a pesquisa é dificultada e o estigma associado a ela permanece. É um sinal encorajador no Reino Unido que o uso de óleo medicinal CBD é agora permitido para os casos mais graves, mas a lei precisa passar à descriminalização total para permitir o uso de THC também, e para encorajar mais investimentos em medicamentos. investigação sobre os efeitos da cannabis na saúde. Original em inglês, tradução Google, revisão Hugo. Fonte: News Medical, com links.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

Os cigarros eletrônicos e o Parkinson

Atualmente os cigarrros eletrônicos estão sendo promovidos comercialmente sob o argumento de que, para os viciados em nicotina, passem a assumí-la como um vício. E PONTO. Assim resumo meu pensamento, obviamente existem vantagens comparativamente em relação ao cigarro de queima (convencional). São eliminados os componentes resultantes da combustão do tabaco, não emite fumaça e, com a des/vantagem de conter flavorizantes inseridos na nicotina que poderão eventualmente, levar à adição, já que em vários países, está em processo de regulamentação. Objeto do tema, recente artigo do médico Dráuzio Varella. Faz alerta sobre o malefício, particularmente ao induzir o vício à nicotina por menores.

Oferecem refil de nicotina em sabores variados, inclusive sabor de tabaco. São aprovados nos EUA e UK, com regulamentações dinâmicas.

Ora, porque não permitem com refil de CBD? Canabidiol, derivado da maconha que alivia sintomas de parkinson e que não tem efeitos alucinógenos.

No Brasil o e-cigarro sob o argumento de não ter segurança comprovada, por uma resolução da ANVISA, tem sua venda proibida, bem como publicidade, distribuição e importação. Como produtos de tabaco, seu uso em locais públicos e transporte público é proibido por decreto.

Mesmo que indiferente quanto à proibição ao e-cigarro de nicotina, devo argumentar. Se o CBD faz bem, porque proibir? Só nos resta lamentar a posição da ANVISA.

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Refil de CBD