17 junho, 2019 - Excluídas da proposta da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para regulação do plantio de maconha no país, associações que reúnem pacientes que fazem tratamentos à base de derivados da planta se preparam para entrar na Justiça com ações para garantir direito ao cultivo por conta própria.
Nos últimos anos, ao menos 40 famílias e uma associação já ganharam esse aval. Agora, a ideia é ingressar com novas ações que possam ampliar o número de atendidos por meio de uma autorização coletiva a essas entidades.
Desde 2015, a importação de óleos e extratos à base de derivados da maconha, como o CBD (canabidiol), substância reconhecida por efeitos terapêuticos, é permitida pela Anvisa mediante apresentação de laudos e receita médica. Mas pacientes reclamam dos custos altos, o que faz com que muitos recorram ao autocultivo ou mercado ilegal.
“Precisamos sair da ilegalidade”, diz Margarete Brito, coordenadora da Apepi (Associação de Apoio a Pesquisa e Pacientes de Maconha Medicinal). Há dois anos, a família de Margarete foi uma das primeiras do país a obter aval da Justiça para o plantio de Cannabis em casa.
Hoje, é dos vasos de uma variedade da planta rica em canabidiol que ela extrai o óleo usado no tratamento da filha Sofia, 9, que tem uma síndrome rara que gera convulsões, em um processo que contou com apoio de universidades.
Ao menos três associações se preparam para entrar com essas ações na Justiça Federal.
Além da Apepi, entram na lista a Ama+me, de Belo Horizonte, e a Aliança Verde, de Brasília —esta última com apoio da Defensoria Pública.
Juntas, as três somam cerca de 500 pacientes cadastrados, cujos quadros mais frequentes são os de epilepsia, dores crônicas, autismo e doença de Parkinson.
Os pedidos, que começaram a ser protocolados na sexta (14), têm base na lei 11.343, de 2006, que prevê que a União pode autorizar o plantio “exclusivamente para fins medicinais ou científicos, em local e prazo predeterminados e mediante fiscalização”.
Também ocorrem dias após a Anvisa apresentar uma proposta para liberar o cultivo de Cannabis para pesquisas e produção de medicamentos —mas com regras que restringem a possibilidade apenas a empresas, o que gerou frustração em associações.
Empresas também reagiram, dizendo que o modelo que prevê cultivo em locais fechados pode levar a produtos mais caros do que os que hoje são importados. O presidente da Anvisa, William Dib, diz que a opção ocorre para facilitar a fiscalização.
Para o cirurgião Leandro Ramires, presidente da Ama+me, apesar de a intenção da agência ser boa, o acesso a remédios à base de Cannabis “vai ficar difícil, caro e demorado”.
Enquanto não consegue o aval, Paula Paz, 46, usa óleo que consegue com apoio de outras famílias para o tratamento do filho Daniel, 11, que é autista e tem epilepsia.
Há três anos, o menino toma sob prescrição médica dez gotas do produto, composto por THC e canabidiol, para controle de convulsões.
“Ele convulsiona desde os dois anos, e tinha crises diárias. Eu já tinha testado quase todos os remédios, e ele só piorava. Quando começou a usar o óleo, as crises diminuíram. Hoje, estão controladas.”
Embora tenha obtido aval da Anvisa para importar o produto, ela diz não ter como custeá-lo. “Importar é muito difícil para uma família que tem uma renda baixa ou média. Uma ampola custa em média R$ 1.500, e meu filho tem receita para usar duas por mês”, diz ela, que é vinculada à Aliança Verde.
“Nosso objetivo é ganhar a ação para a gente começar a produzir e cultivar. Temos seis médicos, alguns no atendimento aos pacientes e outros que pesquisam a planta. Queremos ter nossa própria estrutura”, afirma.
O presidente da aliança, Rafael Evangelista, diz que, com o aval, a ideia é fazer novas parcerias com universidades para que o plantio e extração de óleos com canabidiol e THC sejam supervisionados.
O modelo é semelhante ao aplicado pela Abrace, associação do país que obteve liminar para cultivo em 2017 —e a única a ter esse aval até agora.
Atualmente, o grupo mantém seis estufas, além de laboratório. A dispensação é feita a associados mediante laudos e prescrição médica. O custo fica em torno de R$ 89,90. Para comparação, alguns óleos importados chegam a R$ 1.000.
“Seria uma maneira de fazer com que as pessoas não tenham que se expor a riscos de ter que recorrer ao mercado ilegal”, diz Evangelista.
A empreitada judicial, porém, não é a única investida das associações. O grupo planeja iniciar uma campanha para regulação do cultivo associado, nos moldes do que foi realizado em 2014.
Batizada de Repense, a campanha incluirá um vídeo e a distribuição de mil cartilhas a médicos e deputados com dados de pesquisas sobre a Cannabis medicinal.
O objetivo é buscar apoio para aprovação de projetos sobre o tema. A medida, porém, deve colidir com a posição do atual governo, que tem se declarado contrário à regulação do plantio de Cannabis, e de instituições como o Conselho Federal de Medicina, que diz que faltam evidências científicas sobre o tema. Fonte: Folha de São Paulo. Fonte: Panorama Farmacêutico.
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segunda-feira, 17 de junho de 2019
quinta-feira, 18 de abril de 2019
O CBD PODE AJUDAR AQUELES COM A DOENÇA DE PARKINSON?
Apr 17, 2019 - A doença de Parkinson tende a se desenvolver durante um período de alguns anos no corpo. Pode inibir drasticamente a mobilidade e outras funções no corpo. Tratamentos tradicionais funcionam para alguns, mas esses tratamentos têm alguns efeitos colaterais significativos. Neste guia, nós responderemos, o CBD pode ajudar aqueles com doença de Parkinson?
O que é a doença de Parkinson?
A doença de Parkinson ocorre no sistema nervoso. Ela progride ao longo do tempo. Pequenas mudanças no movimento, como um tremor na mão, podem ser um dos primeiros sinais a surgir.
Não é uma doença curável ou fatal, mas é tratável. A maioria dos pacientes é diagnosticada por volta dos 60 anos, mas o início precoce é possível.
A causa da doença de Parkinson não é exatamente conhecida. A cirurgia pode ser necessária para corrigir sintomas significativos que afetam severamente a mobilidade.
Um dos fatores desta doença é a falta de dopamina no cérebro. Os neurônios ficam prejudicados e não permitem que o cérebro liberte dopamina suficiente.
Outros fatores potenciais que podem desempenhar um papel na causa da doença de Parkinson incluem:
Genética
Presença de corpos de Lewy
Fatores ambientais
Gênero - os homens são diagnosticados com mais frequência
Exposição a toxinas, como pesticidas e herbicidas
Devido ao mistério dessa doença, ela não é detectada com frequência nos estágios iniciais. Quando ocorre um acúmulo de alfa-sinucleína anormal, mais neurônios (substantia nigra) são afetados. Isso causa uma perda significativa e comprometimento dos neurônios remanescentes no cérebro.
A doença de Parkinson tem cinco fases. O estágio zero indica o impacto mínimo da prevalência de sintomas motores e não motores. No estágio cinco, o movimento e a função cognitiva são significativamente afetados por muitos pacientes que precisam de assistência em tarefas simples como caminhar, vestir-se, tomar banho, higiene geral e comer. Falar também será difícil.
Estágios da doença de Parkinson
No estágio 1, os sintomas são quase imperceptíveis e não afetam a qualidade de vida. Alguns sintomas podem ser apenas um aborrecimento.
À medida que o estágio 2 se aproxima, a conclusão das atividades diárias pode se tornar difícil. Alguns sintomas podem ser mais visíveis. Completar tarefas também pode ser feito mais devagar.
O estágio 3 é onde a perda de equilíbrio é notada mais. Isso também leva a pessoa a se mover mais devagar e se tornar mais suscetível a quedas. Esta é também a fase em que a assistência com tarefas diárias simples, como comer e escovar os dentes, pode ser necessária.
O estágio 4 se torna difícil para a pessoa com doença de Parkinson. Os sintomas estão cada vez piores. A assistência com a caminhada provavelmente é necessária neste momento. Mais assistência com tarefas diárias normais também é necessária.
O estágio 5 é o mais difícil. Os sintomas são os piores nessa fase. É improvável que a caminhada ainda seja possível, portanto será necessária uma cadeira de rodas ou outro dispositivo para caminhar. A assistência com tarefas de vida e vida também será necessária 24 horas por dia. Uma situação de vida assistida em tempo integral é comum neste momento.
Sintomas principais
Há mudanças na mobilidade e movimentos relacionados ao comportamento motor do corpo. A maioria, como mencionado acima, é progressiva. Os sintomas não motores podem ser mais graves e impactar mais a saúde.
Sintomas não motores incluem:
Comprometimento cognitivo
Distúrbios do sono
Prisão de ventre
Apatia
Depressão
Perda de olfato
Vários desses sintomas podem se tornar graves, mas a maioria pode ser tratada com medicação. Os efeitos colaterais dos medicamentos, no entanto, podem causar outras condições de saúde para se desenvolver.
Alguns dos principais sintomas são:
Rigidez
Lentidão geral
Tremores
Andar tropegamente enquanto a doença progride
Sentindo-se desequilibrado
Demência
Ansiedade
Músculos se sentem rígidos
Movimentos automáticos começam a diminuir
Dificuldade em escrever e falar
Dependendo da saúde geral do indivíduo, a progressão pode ocorrer lentamente. Em outros, com sistemas já comprometidos provavelmente progredirão em um ritmo mais rápido.
Uma vez que a cognição é afetada, mudanças emocionais são prováveis. Estes podem ser bastante difíceis de lidar tanto com a pessoa com a doença como com a família. Alguma terapia e tratamento podem ajudar a reduzir esses sintomas
À medida que a doença progride e fica mais difícil de comer, pode ser porque é difícil de engolir. É quando mudanças dietéticas são necessárias, como comer alimentos mais macios, purê de alimentos e consumir mais alimentos em forma líquida, como sopas e sucos.
Terapias Tradicionais
Três tipos de tratamento são frequentemente prescritos, incluindo fisioterapia, medicação e, às vezes, cirurgia. Medicamentos que promovem a liberação de dopamina são quase sempre prescritos. Este medicamento pode ser acompanhado por outros que também trabalham para ajudar as substâncias químicas do cérebro a funcionarem adequadamente.
Medicamentos para ajudar com sintomas não motores, como constipação, ansiedade e depressão também podem entrar em jogo. É importante perguntar sobre as interações medicamentosas quando as combinações para múltiplos transtornos de humor são prescritas.
A levodopa é um medicamento comumente prescrito que promove a liberação de dopamina. A levodopa tem efeitos secundários significativos, pelo que a carbidopa é frequentemente prescrita para combatê-los. Aqueles que tomam Levodopa, muitas vezes, experimentam inutilidade, vômitos, náuseas e pressão arterial baixa. Parar Levodopa abruptamente não deve ocorrer, pois pode causar efeitos colaterais ainda mais graves.
Tratamentos tradicionais adicionais incluem:
Inibidores da COMT
Amantadina
Inibidores da MAO-B
Anticolinérgicos
Outro tratamento que pode ser necessário é chamado DBS, isso é estimulação cerebral profunda. É um procedimento cirúrgico que usa eletrodos para estimular o cérebro. O procedimento não causa dor. Pode ajudar a parar ou reduzir alguns dos tremores, rigidez e dificuldades com o movimento.
Como o CBD pode ajudar
Como o CBD pode desempenhar um papel positivo na vida de alguém com doença de Parkinson, você pode se perguntar. Bem, isso pode ajudar de várias maneiras. Com depressão e ansiedade sendo sintomas, o uso de CBD pode ajudar a acalmar a mente e o corpo para que esses sintomas diminuam.
Com a produção de dopamina diminuindo, o CBD pode ajudar a aumentar a produção de anandamida. Anandamida ajuda a regular os níveis químicos do cérebro - incluindo a dopamina. Quando uma ajuda natural é fornecida ao corpo, ela é capaz de regular a liberação e a produção de substâncias químicas necessárias e também regula os neurotransmissores para melhorar a função cognitiva.
CBD também pode ajudar a melhorar a mobilidade, ajudando a aliviar a rigidez nas articulações que inibem movimentos suaves. Como o cérebro está devidamente regulado e os sistemas nervosos central e periférico estão se comunicando adequadamente, o equilíbrio pode melhorar e os movimentos podem melhorar.
O CBD pode ser um acréscimo positivo ao seu plano de gestão da doença de Parkinson. Fale com seu médico primeiro. Pode levar algum tempo para determinar sua dose ideal, mas você pode notar alguma melhora rapidamente.
O CBD também pode ajudar a reduzir a gravidade de:
Efeitos colaterais de náusea
Vômito
Dificuldades do sono
Tremores
Os sintomas mencionados acima podem ser devido aos efeitos colaterais dos medicamentos prescritos.
Pensamentos Finais
O CBD tem muitos benefícios, e para aqueles com doença de Parkinson, promover a produção de dopamina naturalmente pode vir com maior sucesso e menos efeitos colaterais. Se você estiver tomando medicação prescrita, não saia de repente. Fale com o seu médico sobre o afastamento lento dos medicamentos se achar que o CBD está funcionando melhor. O CBD não deve ser o único método de tratamento para esta doença complicada. Original em inglês, tradução Google, revisão Hugo. Fonte: Teton Gravity.
O que é a doença de Parkinson?
A doença de Parkinson ocorre no sistema nervoso. Ela progride ao longo do tempo. Pequenas mudanças no movimento, como um tremor na mão, podem ser um dos primeiros sinais a surgir.
Não é uma doença curável ou fatal, mas é tratável. A maioria dos pacientes é diagnosticada por volta dos 60 anos, mas o início precoce é possível.
A causa da doença de Parkinson não é exatamente conhecida. A cirurgia pode ser necessária para corrigir sintomas significativos que afetam severamente a mobilidade.
Um dos fatores desta doença é a falta de dopamina no cérebro. Os neurônios ficam prejudicados e não permitem que o cérebro liberte dopamina suficiente.
Outros fatores potenciais que podem desempenhar um papel na causa da doença de Parkinson incluem:
Genética
Presença de corpos de Lewy
Fatores ambientais
Gênero - os homens são diagnosticados com mais frequência
Exposição a toxinas, como pesticidas e herbicidas
Devido ao mistério dessa doença, ela não é detectada com frequência nos estágios iniciais. Quando ocorre um acúmulo de alfa-sinucleína anormal, mais neurônios (substantia nigra) são afetados. Isso causa uma perda significativa e comprometimento dos neurônios remanescentes no cérebro.
A doença de Parkinson tem cinco fases. O estágio zero indica o impacto mínimo da prevalência de sintomas motores e não motores. No estágio cinco, o movimento e a função cognitiva são significativamente afetados por muitos pacientes que precisam de assistência em tarefas simples como caminhar, vestir-se, tomar banho, higiene geral e comer. Falar também será difícil.
Estágios da doença de Parkinson
No estágio 1, os sintomas são quase imperceptíveis e não afetam a qualidade de vida. Alguns sintomas podem ser apenas um aborrecimento.
À medida que o estágio 2 se aproxima, a conclusão das atividades diárias pode se tornar difícil. Alguns sintomas podem ser mais visíveis. Completar tarefas também pode ser feito mais devagar.
O estágio 3 é onde a perda de equilíbrio é notada mais. Isso também leva a pessoa a se mover mais devagar e se tornar mais suscetível a quedas. Esta é também a fase em que a assistência com tarefas diárias simples, como comer e escovar os dentes, pode ser necessária.
O estágio 4 se torna difícil para a pessoa com doença de Parkinson. Os sintomas estão cada vez piores. A assistência com a caminhada provavelmente é necessária neste momento. Mais assistência com tarefas diárias normais também é necessária.
O estágio 5 é o mais difícil. Os sintomas são os piores nessa fase. É improvável que a caminhada ainda seja possível, portanto será necessária uma cadeira de rodas ou outro dispositivo para caminhar. A assistência com tarefas de vida e vida também será necessária 24 horas por dia. Uma situação de vida assistida em tempo integral é comum neste momento.
Sintomas principais
Há mudanças na mobilidade e movimentos relacionados ao comportamento motor do corpo. A maioria, como mencionado acima, é progressiva. Os sintomas não motores podem ser mais graves e impactar mais a saúde.
Sintomas não motores incluem:
Comprometimento cognitivo
Distúrbios do sono
Prisão de ventre
Apatia
Depressão
Perda de olfato
Vários desses sintomas podem se tornar graves, mas a maioria pode ser tratada com medicação. Os efeitos colaterais dos medicamentos, no entanto, podem causar outras condições de saúde para se desenvolver.
Alguns dos principais sintomas são:
Rigidez
Lentidão geral
Tremores
Andar tropegamente enquanto a doença progride
Sentindo-se desequilibrado
Demência
Ansiedade
Músculos se sentem rígidos
Movimentos automáticos começam a diminuir
Dificuldade em escrever e falar
Dependendo da saúde geral do indivíduo, a progressão pode ocorrer lentamente. Em outros, com sistemas já comprometidos provavelmente progredirão em um ritmo mais rápido.
Uma vez que a cognição é afetada, mudanças emocionais são prováveis. Estes podem ser bastante difíceis de lidar tanto com a pessoa com a doença como com a família. Alguma terapia e tratamento podem ajudar a reduzir esses sintomas
À medida que a doença progride e fica mais difícil de comer, pode ser porque é difícil de engolir. É quando mudanças dietéticas são necessárias, como comer alimentos mais macios, purê de alimentos e consumir mais alimentos em forma líquida, como sopas e sucos.
Terapias Tradicionais
Três tipos de tratamento são frequentemente prescritos, incluindo fisioterapia, medicação e, às vezes, cirurgia. Medicamentos que promovem a liberação de dopamina são quase sempre prescritos. Este medicamento pode ser acompanhado por outros que também trabalham para ajudar as substâncias químicas do cérebro a funcionarem adequadamente.
Medicamentos para ajudar com sintomas não motores, como constipação, ansiedade e depressão também podem entrar em jogo. É importante perguntar sobre as interações medicamentosas quando as combinações para múltiplos transtornos de humor são prescritas.
A levodopa é um medicamento comumente prescrito que promove a liberação de dopamina. A levodopa tem efeitos secundários significativos, pelo que a carbidopa é frequentemente prescrita para combatê-los. Aqueles que tomam Levodopa, muitas vezes, experimentam inutilidade, vômitos, náuseas e pressão arterial baixa. Parar Levodopa abruptamente não deve ocorrer, pois pode causar efeitos colaterais ainda mais graves.
Tratamentos tradicionais adicionais incluem:
Inibidores da COMT
Amantadina
Inibidores da MAO-B
Anticolinérgicos
Outro tratamento que pode ser necessário é chamado DBS, isso é estimulação cerebral profunda. É um procedimento cirúrgico que usa eletrodos para estimular o cérebro. O procedimento não causa dor. Pode ajudar a parar ou reduzir alguns dos tremores, rigidez e dificuldades com o movimento.
Como o CBD pode ajudar
Como o CBD pode desempenhar um papel positivo na vida de alguém com doença de Parkinson, você pode se perguntar. Bem, isso pode ajudar de várias maneiras. Com depressão e ansiedade sendo sintomas, o uso de CBD pode ajudar a acalmar a mente e o corpo para que esses sintomas diminuam.
Com a produção de dopamina diminuindo, o CBD pode ajudar a aumentar a produção de anandamida. Anandamida ajuda a regular os níveis químicos do cérebro - incluindo a dopamina. Quando uma ajuda natural é fornecida ao corpo, ela é capaz de regular a liberação e a produção de substâncias químicas necessárias e também regula os neurotransmissores para melhorar a função cognitiva.
CBD também pode ajudar a melhorar a mobilidade, ajudando a aliviar a rigidez nas articulações que inibem movimentos suaves. Como o cérebro está devidamente regulado e os sistemas nervosos central e periférico estão se comunicando adequadamente, o equilíbrio pode melhorar e os movimentos podem melhorar.
O CBD pode ser um acréscimo positivo ao seu plano de gestão da doença de Parkinson. Fale com seu médico primeiro. Pode levar algum tempo para determinar sua dose ideal, mas você pode notar alguma melhora rapidamente.
O CBD também pode ajudar a reduzir a gravidade de:
Efeitos colaterais de náusea
Vômito
Dificuldades do sono
Tremores
Os sintomas mencionados acima podem ser devido aos efeitos colaterais dos medicamentos prescritos.
Pensamentos Finais
O CBD tem muitos benefícios, e para aqueles com doença de Parkinson, promover a produção de dopamina naturalmente pode vir com maior sucesso e menos efeitos colaterais. Se você estiver tomando medicação prescrita, não saia de repente. Fale com o seu médico sobre o afastamento lento dos medicamentos se achar que o CBD está funcionando melhor. O CBD não deve ser o único método de tratamento para esta doença complicada. Original em inglês, tradução Google, revisão Hugo. Fonte: Teton Gravity.
Para que esta informação não seja inócua ou não seja levada na prática, e para que se torne útil, recomendo procurar a ABRACE, onde há médicos que orientam o uso e receitam o CBD.
quarta-feira, 20 de março de 2019
MACONHA e CBD? Nova Saída para ALZHEIMER, PARKINSON, AUTISMO e muito mais
Parkinson em 19:20 e 55:00.
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domingo, 3 de fevereiro de 2019
ABRACE - Associação Brasileira de Apoio Cannabis Esperança
Leia mais sobre cannabis aqui: United Kingdom Cannabis Social Club (em inglês).
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