- Página inicial
- Preliminares
- Mensagem aos Recém Diagnosticados
- Matutando... e alguns textos
- Filmes Recomendados
- Cuidadores
- Habilitar legendas em vídeos Youtube
- DBS - Deep Brain Stimulation
- Celebridades com DP
- Parkinson- Recomeçando a vida (facebook) - artigos produzidos
- Roteiro para pesquisas no blog
- Mal de Parkinson (nosso antigo nome)
Mostrando postagens com marcador Florianópolis. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Florianópolis. Mostrar todas as postagens
terça-feira, 8 de maio de 2018
sexta-feira, 8 de dezembro de 2017
Farmácia pública de Florianópolis não tem remédio para Parkinson
8 dezembro, 2017 - Por um motivo nada legal, o nosso leitor Luiz Gonçalves, de 79 anos, morador de Florianópolis, aparece “de vez em sempre” aqui na coluna — e cada vez mais apavorado. Ele tem a doença de Parkinson há 15 anos, depende de uma série de medicamentos para controlar os sintomas (como as tremedeiras intensas), e vive com medo porque o principal remédio, o Entacapona(*), fornecido pelo SUS na Farmácia Escola, na Trindade, sempre vem faltando.
Por quê? Segundo a prefeitura de Florianópolis, o Estado é que atrasa a entrega. Já perdi as contas de quantas vezes, por este mesmo motivo, levamos o caso à Secretaria da Saúde e precisamos contar com leitores, inclusive de fora de SC, que literalmente salvaram a vida de seu Luiz, doando a medicação enquanto o poder público não fazia sua parte.
“Vivo, novamente, o mesmo pesadelo: o remédio está em falta de novo e o pessoal da farmácia não sabe informar quando voltarão a fornecer. E como eu sofro, sem esta medicação! Minhas pernas endurecem e eu danço feito ‘boneco do posto’ de tanto tremer. Comprá-lo é difícil pra mim — daria R$ 660 por mês”, conta seu Luiz. Vamos nós, outra vez, levar o caso à Secretaria da Saúde do Estado! Quantas vezes mais, hein? Fonte: Panorama Farmacêutico.
(*) não é o principal medicamento, é um coadjuvante.
Por quê? Segundo a prefeitura de Florianópolis, o Estado é que atrasa a entrega. Já perdi as contas de quantas vezes, por este mesmo motivo, levamos o caso à Secretaria da Saúde e precisamos contar com leitores, inclusive de fora de SC, que literalmente salvaram a vida de seu Luiz, doando a medicação enquanto o poder público não fazia sua parte.
“Vivo, novamente, o mesmo pesadelo: o remédio está em falta de novo e o pessoal da farmácia não sabe informar quando voltarão a fornecer. E como eu sofro, sem esta medicação! Minhas pernas endurecem e eu danço feito ‘boneco do posto’ de tanto tremer. Comprá-lo é difícil pra mim — daria R$ 660 por mês”, conta seu Luiz. Vamos nós, outra vez, levar o caso à Secretaria da Saúde do Estado! Quantas vezes mais, hein? Fonte: Panorama Farmacêutico.
(*) não é o principal medicamento, é um coadjuvante.
Assinar:
Postagens (Atom)