Mostrando postagens com marcador games. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador games. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

Projeto seleciona pacientes com Parkinson para tratamento fisioterapêutico associado à gameterapia

Segunda, 18 de Fevereiro de 2019 - Doença de Parkinson

Aprimorar os diversos parâmetros do corpo humano comprometidos pela Doença de Parkinson. Esse é objetivo do projeto da Faculdade de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da UFPA, que busca recrutar novos pacientes entre 50 e 80 anos de idade portadores da doença. Coordenado pela professora Mellina Jacob, o projeto consiste em estudar a influência da fisioterapia associada à gameterapia na manutenção a recuperação da capacidade funcional, e qualidade de vida das pessoas com Doença de Parkinson.

Desenvolvido por alunos de iniciação científica e discentes do curso de fisioterapia da UFPA, o projeto de pesquisa para pacientes com doença de Parkinson utiliza a gameterapia como instrumento principal. A abordagem da fisioterapia na Doença de Parkinson é voltada principalmente para o tratamento de alterações motoras que comprometem a capacidade funcional dos pacientes. O projeto foi aprovado no edital PIBIC 2018 e possui duração inicial até julho de 2019.

Como funciona - Inicialmente os pacientes passam por uma triagem, para verificar se possuem os critérios de elegibilidade para participar do estudo. Após a triagem, são submetidos a uma avaliação detalhada, na qual são coletados dados referentes às suas manifestações clínicas, e são aplicadas escalas e testes específicos para avaliar parâmetros como o equilíbrio, mobilidade e qualidade de vida.

Segundo a professora Mellina Jacob, coordenadora do projeto, os comprometimentos apresentados pelos pacientes são tratados por meio de exercícios que trabalham a funcionalidade de cada indivíduo, associado à gameterapia, que utiliza como instrumento o videogame (Nintendo Wii®). “Os jogos utilizados nas sessões de gameterapia exigem movimentos que ativam grupos musculares diversos, desafiando o equilíbrio e a agilidade. Assim, além dos benefícios relacionados à motricidade, a gameterapia também favorece a adesão do paciente ao tratamento, por ser uma abordagem dinâmica e interativa”, explica.

Quem pode participar do projeto - Pacientes com diagnóstico clínico para a doença de Parkinson, com idade entre 50 e 80 anos, que não apresentem histórico de outras patologias neurológicas ou ortopédicas que comprometam a mobilidade e o equilíbrio estão elegíveis para participar do projeto.

Para participar, é necessário que os interessados entrem em contato com os acadêmicos responsáveis pela triagem dos pacientes, por meio dos números (91) 98300-6688 e (91) 98179-9870. As inscrições serão feitas em fluxo contínuo. Uma vez que as vagas estejam completas, os pacientes serão encaminhados para uma lista de espera.

A seleção dos pacientes é feita inicialmente por meio de uma triagem, em que são verificadas informações relacionadas com os critérios exigidos para inclusão no estudo, como o diagnóstico clínico emitido por neurologista, uso de medicamentos, idade e ausência de outras patologias associadas. Atualmente estão disponíveis seis vagas, que serão renovadas à medida que os pacientes forem completando o número de sessões pré-determinadas no projeto.

Outros tratamentos - Além do projeto de pesquisa que utiliza a gameterapia como instrumento principal, outros projetos são desenvolvidos no Laboratório de Estudos em Reabilitação Funcional (LAERF), como os projetos de extensão Movimentação, coordenado pela professora Denise Pinto, chefe do LAERF e docente da Faculdade de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (FFTO) da UFPA, e o projeto Ocupa Parkinson, coordenado pelo professor Victor Cavaleiro, docente do curso de Terapia Ocupacional da FFTO. No projeto Movimentação são realizadas ações em reabilitação motora voltadas para a manutenção do movimento funcional dos pacientes, enquanto o projeto Ocupa Parkinson presta assistência terapêutica ocupacional às pessoas com diagnóstico da doença e aos cuidadores.

A Escola de Teatro e Dança (ETDUFPA), juntamente com o Instituto de Ciências da Saúde, (ICS) também mantém o projeto de extensão Grupo Parkinson. O Grupo Parkinson realiza pesquisas que desenvolvem metodologias específicas de trabalho terapêutico, incluindo a dança e outras modalidades voltadas para as necessidades do paciente com Parkinson.

Doença de Parkinson - É uma doença progressiva, crônica e degenerativa do sistema nervoso central, que afeta principalmente o cérebro. Este distúrbio afeta sobretudo indivíduos na terceira idade e é caracterizado, principalmente, por prejudicar a coordenação motora e provocar tremores e dificuldades para caminhar e se movimentar. “Os sinais e sintomas mais frequentes são as alterações de equilíbrio, rigidez e lentidão dos movimentos (bradicinesia), com um maior risco de quedas e comprometimento da qualidade de vida”, afirma Mellina Jacob.

Serviços:
Projeto da UFPA oferta vagas para novos pacientes com doença de Parkinson
Data: Terças e quintas-feiras.
Local: Laerf/ICS da UFPA, localizado na Av. Generalíssimo Deodoro, 01.
Mais informações: (91 )98300-6688 e (91) 98179-9870

Texto: Neto Moura - Assessoria de comunicação da UFPA
Fonte: UFPA.

sábado, 1 de dezembro de 2018

Como usar o jogo de computador como terapia para a doença de Parkinson


NOVEMBER 30, 2018 - O cérebro é um órgão de plástico continuamente se remodelando em resposta aos estímulos que recebe e à maneira como esses estímulos são processados. O velho ditado “use ou perca” se aplica mesmo diante de uma doença desafiadora como a de Parkinson.

Jogos de computador podem ajudar com o treinamento do cérebro, exercitando o cérebro para ajudar a moderar os efeitos da DP. Para que os jogos de computador sejam eficazes como terapia, eles devem ser implementados com atenção cuidadosa para encontrar o encaixe certo entre as demandas do jogo e as necessidades terapêuticas do paciente com DP.

Pesquisas recentes sobre videogames e tratamento para DP mostram que ele pode ajudar com problemas físicos, como marcha e equilíbrio.

A chave para usar com sucesso jogos de computador é encontrar a combinação certa de jogo para cada pessoa, assim como o nível de dificuldade apropriado. O jogo deve ser desafiador, mas não tão desafiador que se torne desanimador. Também deve ser gratificante e agradável. (Há um fator de dopamina a considerar.) O jogo tem um “ponto ideal”, como Cachinhos Dourados, no qual você encontra o encaixe certo. Eu encontrei este equilíbrio no jogo "Sudário do Avatar" (Shroud of the Avatar), que eu recomendo para pessoas com DP.

Levei um tempo para encontrar o videogame certo - anos, na verdade. "Sudário do Avatar" ou "SotA" é esse jogo! Pode ser jogado em vários níveis. Não só você pode encontrar o ponto ideal para o seu próprio estilo de jogo, mas também pode mover esse ponto dependendo se é um bom dia ou um dia ruim.

O jogo tem uma sólida base ética construída sobre a virtude e jogabilidade limpa (sem linguagem suja). Jogando SotA por 10 a 20 horas por semana exercita o cérebro e o corpo - use-o ou perca-o - enquanto se diverte fazendo isso.

SotA é o jogo certo para quem tem DP. Ele oferece exercícios para memória geográfica, coordenação olho-mão, fala e solução de problemas (looping de cenários) em vários níveis. É um lugar onde a impulsividade pode ser aplicada com menos consequências do que no mundo real. É um lugar onde o rabugento pode ir quando T.O.O.T.S. precisa ser aplicado.

Tem o desejo de comprar? Então ganhe dinheiro virtual e compre coisas virtuais. Frustrado? Então entre no mundo virtual e trabalhe em alguns monstros. Tem dor com o sua DP (um problema difícil para mim)? Gastar tempo no mundo virtual de SotA para ajudar a gerenciar a dor com menos medicação. Quer um sentimento de realização? Ajude a construir uma comunidade ao mesmo tempo em que você se torna um avatar forte.

Eu construí um "santuário" para o pessoal de Parkinson dentro da SotA. É um lugar onde seu avatar encontrará apoio e companheirismo. Dentro deste santuário é um lugar onde você pode encontrar esse ponto ideal, contribuindo para a construção de uma comunidade de apoio. Você pode encontrar este santuário virtual dentro da SotA em uma cidade chamada Grumridge, a leste da cidade de Aerie. Você pode vê-lo no mapa mostrado na capa desta coluna.

Pode parecer contra-intuitivo dizer que lutar contra esqueletos e construir uma comunidade virtual é relaxante, mas essa tem sido minha experiência. Conversas que tive com outras pessoas indicam que essa experiência é comum. Muitas vezes tenho clareza de espírito enquanto jogo, e algumas das ideias para essas colunas aparecem no meio do jogo. Esse efeito da dopamina acontece quando bem sucedido no SotA, e o jogo oferece muitas maneiras de se obter sucesso. Você não pode ficar muito melhor do que divertir-se bem enquanto diminui a progressão da DP!

Mais uma observação: eu uso equipamento adaptativo para me ajudar a jogar o jogo. Eu tenho um trackball grande na minha mão dominante e um teclado com um joystick do polegar na minha outra mão. Você pode ver isto ilustrado na arte da capa. Demora um pouco para aprender como usar este equipamento, mas a recompensa é uma taxa de sucesso maior dentro do mundo da SotA (mais dopamina!).

Eu também tenho um fone de ouvido com microfone. Existem muitas oportunidades para falar com outras pessoas no mundo da SotA, e a comunidade de jogadores é a melhor que eu encontrei no mundo dos jogos. Tanto quanto eu sei, esta é a primeira vez que uma comunidade de suporte virtual dentro de um jogo foi desenvolvida para pessoas com PD. Ah - e o jogo é de graça!

Estou ansioso para ver você lá. Meu nome de avatar é Dr. Wiz. Vamos construir algo especial juntos.

PS: Obrigado a todos os avatares (especialmente Ajumma Kim) e aos desenvolvedores do jogo por ajudarem a construir o santuário de Grumridge. Original em inglês, tradução Google, revisão Hugo. Fonte: Parkinson´s News Today.

quinta-feira, 11 de outubro de 2018

Congresso debate uso de games e realidade virtual no tratamento a pacientes com AVC e Parkinson

10/10/2018 - A utilização de jogos eletrônicos e de tecnologias como realidade virtual tem ajudado pacientes com Doença de Parkinson e que sofreram algum acidente vascular (AVC) a recuperar movimentos e melhorar a condição física.

Esta é uma das áreas de pesquisa na fisioterapia que mais se desenvolveram ao longo da última década e que será destaque nos debates da quinta edição do Congresso Brasileiro de Fisioterapia Neurofuncional (Cobrafin), que acontece entre os dias 10 e 13 de outubro em Florianópolis.

Entre as palestrantes internacionais que estarão presentes no encontro é a doutora Judith Deutsch, da State University de Nova Jersey (EUA), que vai apresentar o resultados de pesquisas utilizando games e realidade virtual que ela está desenvolvendo nos últimos anos.

“Hoje em dia há muitos tipos de tecnologia para oferecer, desde realidade virtual não imersiva (sem uso de óculos especiais) que funcionam especialmente para idosos e pacientes pós-AVC que precisam desenvolver equilíbrio, velocidade da caminhada e funcionalidade dos membros superiores”, comenta a doutora Camila Torriani, presidente científica do Cobrafin.

Ela também faz parte de um projeto pioneiro no Brasil que envolve pesquisadores dos departamentos de Fisioterapia, Educação Física e Engenharias da Universidade de São Paulo (USP) para desenvolver em conjunto, games específicos utilizando realidade virtual para ajudar pacientes a recuperar movimentos e melhorar a condição física.

Na avaliação da dra. Camila, “os benefício das atividades envolvendo jogos são praticamente iguais aos da fisioterapia convencional, mas os games podem ser indicados caso o paciente se sinta à vontade com o estímulo dos jogos, com a competitividade. Alguns adoram, estimula o raciocínio, a velocidade de pensamento”, destaca. As pesquisas com jogos específicos desenvolvidos na USP devem durar entre dois e três anos.

Simpósios e cursos internacionais trazem mil profissionais do país a Florianópolis. Organizado pela Associação Nacional de Fisioterapia Neurofuncional (Abrafin), o encontro vai reunir cerca de 1.000 profissionais de todo o país em uma programação que engloba também a primeira edição de um Simpósio Internacional, 6 cursos internacionais pré-congresso e uma feira de negócios com apresentação de novas tecnologias, como o uso de recursos como realidade virtual para simular ambientes reais e auxiliar pacientes na recuperação de movimentos.

Outro destaque do Congresso Brasileiro de Fisioterapia Neurofuncional é a presença da Dra. Roberta Shepherd, professora honorária e pesquisadora da Universidade de Sydney (Austrália) e uma das responsáveis pelo desenvolvimento da “Ciência do Movimento”, que mostrou como o sistema nervoso pode ser estimulado por meio de atividades físicas cotidianas e fazer com que pacientes possam reaprender a fazer determinados movimentos corporais.

“A percepção de qualidade de vida, associada a um programa de exercícios, pode levar a uma redução na densidade de serviços médicos na população idosa “, escreveu a doutora em estudo publicado no início da década de 1990.

Também estarão na Ilha nos próximos dias a Dra. Edelle Field-Fote (Estados Unidos), responsável pelo início do “Project Miami”, que estuda a cura da paralisia após lesões da medula espinal; a Dra. Colleen Canning (Austrália), que estuda métodos inovadores para reduzir desabilidades e quedas em pacientes com Doença de Parkinson; e o Dr. Daniel Verdecchia (Argentina) abordará uma área que tem crescido muito em número de casos, a Fisioterapia Vestibular, que trata de problemas como vertigens, tonturas, labirintite e quedas. Fonte: Casa de La Gracia Comunicação. Fonte: Correio Lageano.

domingo, 13 de maio de 2018

Como os professores de Purdue estão transformando a terapia de Parkinson em um jogo: BTN LiveBIG

12/05/2018 | Pense em todas as coisas que você faz simultaneamente: andando e conversando, ouvindo com intenções enquanto faz anotações em sala de aula, digitando um texto em seu telefone enquanto navega pela sua casa. Você faz coisas em conjunto tantas vezes que quase parece automático.

Mas e se não fosse? E se um dia você tivesse que colocar cada centímetro de sua concentração e energia mental em dizer às suas pernas para pisar na ordem correta? E se você tivesse que escolher entre falar e mover seu corpo?

Para pessoas que sofrem de doença de Parkinson, esses são dilemas comuns demais.

"Um dos problemas com a Doença de Parkinson é que há diferentes circuitos neurais no nosso cérebro que são rompidos", diz Jeff Haddad, professor associado de saúde e cinesiologia da Universidade Purdue. 'Temos circuitos em nosso cérebro que controlam o que poderíamos chamar de comportamento automático; coisas que você meio que faz em um nível subconsciente, como andar. Depois, há um conjunto separado de circuitos neurais que orientarão mais comportamentos direcionados por objetivos, como pegar algo ou fazer anotações.

Isso aconteceu especificamente nos gânglios da base, uma região densa no núcleo do cérebro que age como um policial de trânsito para nossos sinais mentais. Com o Parkinson, observa Haddad, essas interrupções nos circuitos cerebrais levam à competição entre os sinais enviados pelo cérebro. Os sintomas mais comuns de Parkinson são uma marcha arrastada e tremores, mas há uma série de efeitos não motores, como problemas cognitivos e problemas com a fala.

Tipicamente terapias para Parkinson são separadas em duas categorias: física e cognitiva / fala. Haddad e sua colega Jessica Huber, professora de ciências da fala, linguagem e audição em Purdue, imaginaram o que aconteceria se combinassem os dois. Usando plataformas como o Nintendo Wii e o Microsoft Kinect, eles criaram um conjunto de jogos que desafiam a cognição e as habilidades motoras do paciente simultaneamente.

Por exemplo, um jogo é semelhante ao popular jogo portátil dos anos setenta e oitenta, Simon. Na tela há quatro círculos de quatro cores diferentes. Os círculos acendem em uma seqüência aleatória. O paciente deve memorizar a seqüência e, em seguida, usar seu corpo para mover um cursor sobre os círculos corretos. O jogo ativa a função de memória, bem como as habilidades motoras básicas e equilibra tudo de uma vez.

"Jeff e eu estávamos pensando que, se você tem problemas com a multitarefa, porque você precisa ter um controle mais explícito, faria mais sentido treinar essas coisas juntos", diz Huber, observando que a maioria escorrega ou cai entre os pacientes com Parkinson e na população em geral. Ocorre quando uma pessoa está tentando fazer duas coisas ao mesmo tempo.

Há também numerosos benefícios auxiliares para o programa, observa Huber. Gamifying (n.t.: “gameficando”) as sessões de terapia, o trabalho se torna mais divertido para o paciente e pode ser um fator motivador para a família e amigos para participar. Além disso, como os jogos estão disponíveis em plataformas conectadas como o Wii, terapia pode ser movida para a casa; os terapeutas podem monitorar o progresso de um paciente remotamente e novos programas podem ser baixados conforme o progresso é feito.

"O objetivo é fazer algo que seja divertido, mas ao mesmo tempo desafiador e terapêutico de forma a ajudar o paciente", diz Haddad. Fizemos uma série de medidas, como estudar a fala, a marcha, o equilíbrio e até mesmo algumas medidas psicossociais, como a qualidade de vida dos participantes. Nossas evidências preliminares sugerem que os jogos parecem ser muito úteis e parecem estar melhorando alguns dos sintomas.

Enquanto Huber e Haddad ainda estão refinando seus programas de terapia com a ajuda de alunos e professores dos departamentos de ciência da computação, cinesiologia e fonoaudiologia, eles observam que gostariam de ver o programa evoluir para um aplicativo que estaria disponível para pacientes para baixar em seus dispositivos móveis.

"Manter-se ativo é extremamente importante", diz Haddad. "Em última análise, queremos fazer algo que funcione e algo que seja acessível para as pessoas. Fonte: Public Now. Mais aqui: Xbox Kinect system designed to help Parkinson's patients.

sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

Alunos de medicina da UFMG recebem prêmio internacional por aplicativo para a doença de Parkinson

11/01/2018 - Um grupo de estudantes de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) ganhou o 1º lugar em três competições: o Ultrahack Sprint II, com a melhor solução utilizando gamificação no tratamento de paciente portador de Doença de Parkinson, premiado pela farmacêutica Orion com 7 mil euros; melhor projeto no desafio da saúde, com o Smart Watch Polar M600 e 1º Lugar Geral do evento Reboot Finland, competição realizada na maior feira de tecnologia e inovação da Europa, a Slush, realizada em Helsinki, na Finlândia e que rendeu o prêmio de 5 mil euros para os estudantes.

De acordo com um dos idealizadores do aplicativo, Bruno Nascimento, o programa desenvolvido como parte do desafio proposto pela Farmacêutica Orion, uma das maiores indústrias de medicamentos para portadores de Parkinson, teve como objetivo gamificar o tratamento dos pacientes, tornando-o menos excludente e diminuindo o potencial que esta doença tem de isolar o paciente do convívio em sociedade. “Percebemos logo que uma solução que transforme o tratamento da enfermidade em um jogo não deveria lembrar o paciente da sua condição, e sim fazê-lo lembrar de como ele pode ser feliz e amado por seu círculo social, que é o objetivo do nosso aplicativo. ”, pontua.

O dispositivo detecta variações no tremor do paciente, alterações nos batimentos cardíacos e indica os horários para se medicar, além de calcular quando será o melhor horário de tomar os remédios e sugerir atividades para o paciente. “Ações simples que podem fazer com que o portador de Parkinson volte a ter um convívio saudável em sociedade, como ligar para um amigo, realizar um exercício físico durante um determinado período. ”, pontua. Ao realizar esta atividade o paciente recebe um prêmio, a possibilidade de fazer um pedido ao seu círculo de amigos e familiares. E estes aos receberem o pedido irão competir, de uma maneira saudável, para ver quem é o familiar que traz mais carinho e atenção a este paciente.

Doença de Parkinson
A Doença de Parkinson é uma doença degenerativa neurológica que pode causar tremores e lentidão. Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) mostram que aproximadamente 1% da população mundial com idade superior a 65 anos tem a doença. Só no Brasil, estima-se que cerca de 200 mil pessoas sofram com o problema. A cura ainda não foi alcançada, mas há estudos em nível experimental sobre o tratamento com células tronco. Fonte: Portal Guandu.

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

DESENVOLVIMENTO DE JOGO ELETRÔNICO


Proporcionar mais qualidade de vida parapacientes com o mal de Parkinson por meio da tecnologia é uma realidade em Jundiaí há mais  de três anos.
[...]
Para participar, o interessado deve ser diagnosticado com a doença, ter mais de 60 anos e apresentar os sintomas iniciais do Parkinson.