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domingo, 19 de janeiro de 2020

Mercado de Medicamentos para Doenças de Parkinson 2019

Crescendo rapidamente com CAGR (NT.: do inglês Compound Annual Growth Rate - Taxa de Crescimento Anual Composta) significativo, principais players, tendências inovadoras e receita esperada até 2024

January 18, 2020 - Este relatório de pesquisa "Mercado de medicamentos para doenças de Parkinson" fornece a opinião de especialistas em negócios informações eficientes sobre o mercado de medicamentos para doenças de Parkinson, taxa de crescimento do mercado, ambientes de negócios emergentes e aplicativos mais recentes centrados nos negócios. Este relatório do setor de medicamentos para doenças de Parkinson lista e estuda os principais participantes também fornecem insights com a análise estratégica do setor sobre os principais fatores que influenciam a dinâmica do mercado. O relatório do mercado de Parkinson Disease Drugs se concentra em descrever e analisar o valor, a participação no mercado, o cenário de concorrência no mercado, a análise SWOT (N.T.: do inglês Strengths, Weaknesses, Opportunities e Threats - Forças, Fraquezas, Oportunidades e Ameaças) e os planos de desenvolvimento nos próximos anos. O relatório também oferece uma análise aprofundada do mercado de medicamentos para doenças de Parkinson, com ênfase principal em aspectos como fatores determinantes, restrições, tendências e oportunidades.

Visão Geral do Mercado:
A doença de Parkinson é um distúrbio crônico que gradualmente leva à deterioração progressiva das funções motoras, causada pela perda de células cerebrais produtoras de dopamina. Espera-se que o mercado de medicamentos para a doença de Parkinson testemunhe um crescimento significativo, devido aos casos crescentes da doença de Parkinson, com o crescimento do envelhecimento da população. Portanto, pode resultar drasticamente no aumento do tamanho do mercado durante o período de previsão. As empresas farmacêuticas estão desenvolvendo terapias novas e aprimoradas para a doença de Parkinson (DP) e, recentemente, houve alguns lançamentos importantes de produtos na terapêutica da doença de Parkinson e em outras terapêuticas assistenciais. Por exemplo, as cápsulas de liberação prolongada de amantadina da Adamas Pharmaceuticals / Gocovri foram lançadas em janeiro de 2018, que foi o primeiro medicamento indicado para discinesia desenvolvido devido ao uso prolongado de levodopa. Além disso, a maioria das empresas globais possui um pipeline de medicamentos robusto para o tratamento da doença de Parkinson e, de acordo com as estimativas, o período de previsão pode testemunhar o lançamento de alguns medicamentos de grande sucesso.

Principais intervenientes no mercado de medicamentos para doenças de Parkinson(*):
Merck & Co. Inc.
Impax Laboratories Inc.
AbbVie Inc.
Mylan NV
Boehringer Ingelheim
GlaxoSmithKline plc
M Somerset Pharmaceuticals Inc.
Teva Pharmaceuticals Industries Ltd
Pfizer Inc.
Novartis AG
(*) Não cita a Roche, “monstra” no Brasil.

Escopo do relatório:
O mercado de medicamentos para a doença de Parkinson foi segmentado pelo mecanismo de ação e geografia. Pelo mecanismo de ação, o mercado estudado é segmentado em agonistas da dopamina, anticolinérgicos, inibidores da MAO-B, amantadina, carbidopa-levodopa, inibidores da COMT e outros mecanismos de ação. Por região geográfica, o mercado é segmentado para América do Norte, Europa, Ásia-Pacífico, América do Sul e Oriente Médio e África.

O relatório abrange:

Metodologia abrangente de pesquisa do mercado de medicamentos para doenças de Parkinson
Análise aprofundada dos fatores macro e micro que influenciam o mercado, guiada pelas principais recomendações.
Análise de regulamentos regionais e outras políticas governamentais que afetam o mercado dos medicamentos para doenças de Parkinson
Informações sobre determinantes do mercado que inspiram o mercado das drogas para a doença de Parkinson
Segmentos de mercado detalhados e abrangentes, com distribuição regional de receitas previstas
Perfis extensos e desenvolvimentos recentes de participantes do mercado Empresas mencionadas
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Principais Tendências do Mercado:

Espera-se que os inibidores de COMT (catecol-O-metiltransferase) registrem crescimento robusto

A terapia com carbidopa-levodopa é a medicação mais eficaz para aliviar os sintomas motores da DP. No entanto, foi observado que este medicamento não é tão eficaz quanto o pretendido. Portanto, é imperativo que agentes co-terapêuticos, como inibidores da COMT (catecol-O-metiltransferase), sejam utilizados juntamente com a terapia com carbidopa-levodopa. Os dois inibidores mais comuns da COMT, usados ​​no tratamento da doença de Parkinson, são Comtan (entacapona) e Tasmar (tolcapona). Ambos os medicamentos estão disponíveis na forma de comprimidos. Além disso, esses medicamentos são prescritos rotineiramente em conjunto com a terapia com carbidopa-levodopa (N.T.: caso do Stalevo no Brasil).

Os Estados Unidos representam o maior mercado para a terapêutica da doença de Parkinson

Segundo o Instituto Nacional de Saúde, estima-se que aproximadamente 1,2 milhão de pessoas nos Estados Unidos tenham a doença de Parkinson até 2030. É o segundo distúrbio neurodegenerativo mais comum nos Estados Unidos. Além disso, existem milhares de pacientes que não são detectados. À medida que os níveis da população envelhecida continuam a crescer, o número de pessoas que sofrem da doença de Parkinson (DP) continuará a crescer, e espera-se dobrar até 2040. O grande número de pacientes com doença de Parkinson, combinado com a disponibilidade de reembolsos e alta conscientização, está impulsionando o crescimento do mercado. Além disso, o alto custo da terapêutica da doença de Parkinson nos Estados Unidos também leva a um tamanho de mercado significativo em termos de receita. O custo médio dos medicamentos de Parkinson é de aproximadamente US $ 2.500 por ano e a cirurgia relacionada a Parkinson pode custar até US $ 100.000 por paciente. (segue…) Original em inglês, tradução Google, revisão Hugo. Fonte: DacaNews. Veja também aqui: Lewy Body Dementia Treatment Market Volume Forecast and Value Chain Analysis 2019-2025, aqui: Global Parkinson’s Disease Treatment Market 2019 Valuable Growth Prospects and Upcoming Trends till 2024, aqui: Parkinson’s Disease Market Research Report Analysis, Overview, Epidemiology Forecast 2028, Growth Drivers, Product Profiles and Therapies, e aqui: Parkinsons Drug Market is Expected to Reach US$ 8 Billion by the Year 2025 Driven by Robust clinical Pipeline & Development Of New Therapeutic Drugs Class For More Effective & Safer Treatments - ResearchAndMarkets.com



O estudo de mercado apresentado faz referências ao Brasil, no entanto em parte a pagar pela matéria, que por razões óbvias não paguei ou pagarei. Afinal não sou, nem seria um executivo de laboratório.

Lido o extrato do artigo publicado em nosso blog, e ouso fazer algumas “ilações”, talvez apressadas pelo leitura não integral do mesmo.

Primeiramente a partir de uma constatação, uma pergunta. Qual o nome de laboratório que vem à mente no Brasil, em se tratando de doença de Parkinson?

Pois é. Este laboratório (pelo menos para mim), é o Roche, dono da marca Prolopa, líder de vendas e “sinônimo” de L-dopa, e não consta do rol daqueles que mais estudam novos medicamentos. Ou seja, o laboratório mais presente no Brasil na área do Parkinson, está Fora! Fiquemos à mercê dos desenvolvimentos da matrizes dos labs.

Os inibidores da COMT (catecol-O-metiltransferase), são utilizados juntamente com a terapia com carbidopa-levodopa. Os dois inibidores mais comuns da COMT são Comtan (entacapona) e Tasmar (tolcapona) caso do Stalevo no Brasil. Ou seja, são paliativos, não curam, assim como todos os demais medicamentos existentes para Parkinson, hoje, 19 de fevereiro de 2020.

Ressalta a matéria que, nos EUA, o custo médio dos medicamentos de Parkinson é de aproximadamente US $ 2.500 por ano e a cirurgia relacionada a Parkinson pode custar até US $ 100.000 (N.T.: acho um pouco exagerado) por paciente. O estudo faz referências ao Brasil, no entanto tem que pagar para acessar a matéria, que em meu caso, que não sou executivo de laboratório, e sim um reles Parkinsoniano, é desnecessário.

As ilações: O mercado planeja crescer juntamente com o aumento da incidência da doença, isto nos mercados mais aquecidos, onde tem maior longevidade e tem renda para comprar remédio e encher as burras dos laboratórios.

Como o mercado já está particionado, procuram fatias ainda não suficientemente exploradas, no caso citando um possível aperfeiçoamento dos inibidores da COMT, que junto com a L-dopa, são paliativos, não curam.

Ou seja, os laboratórios apostam num mercado cativo, que é tratado com paliativos desde sempre.

O laboratório Roche está fora do rol daqueles que desenvolvem pesquisas mais sérias para domar o Parkinson. Isto me faz pensar em môfo, empresa acomodada, com perspectiva negativa de sobrevivência, em época de startups, big data, inovações, ...

O que esperar de novidade?
Uma pequena luz vem do fim do túnel, conforme previsões já feitas. Vem do eixo intestino-cérebro, mas propriamente da biota intestinal. De drogas que a leve ao bom transito (fecal?) e não à agregação da alfa-sinucleína.

Vislumbro o dia, espero ainda estar vivo, em que a doença puder ser diagnosticada por um simples exame de fezes, e ao fazer um simples transplante, ou mais fácil ainda, tomando uma pílula, a doença seja reparada. Pouparia tanto sofrimento, angustia, famílias desfeitas, dor e dor na alma…

Observo também que este relatório não contempla sob nenhum aspecto, o campo dos fitoterápicos, mais propriamente, da cannabis, tão em voga, para desenvolvimento de medicamentos visando o Parkinson. Particularmente nos EUA, onde ainda a cannabis enfrenta obstáculos em alguns estados mais conservadores, e no Canadá, onde é legal inclusive o uso recreacional da cannabis.

No campo da farmacologia se observam lacunas, onde poderiam entrar protocolos seguros de inserção de cannabinóides, seja de CBD, seja de THC e outros. Tais lacunas também precisam ser preenchidas com a necessária ausência de preconceitos e reacionarismos vinculados à palavra “maconha”, somente usada agora, para evitar que uma leitura com viés religioso, venha a interromper a mesma.

viram alguém melhorar solidamente com o uso de L-dopa (o famoso Prolopa) e seus coadjuvantes, que se toma em doses crescentes e a intervalos cada vez menores ao longo do tempo?

Paliativo por paliativo, fico com o Canabidiol (procure a ABRACE), que não tem efeitos colaterais e não implicará no uso de coadjuvantes. THC também faz bem, para a depressão. Mas lembre-se: cada caso é um caso, e o que serve para mim, talvez não sirva para ti.