Jan 30, 2020 - Pessoas com doença de Parkinson (DP) podem estar em risco aumentado de delirium e resultados adversos associados. O delirium é uma síndrome neuropsiquiátrica aguda definida por confusão e desatenção e é comum em adultos mais velhos. Estudos anteriores podem ter subestimado a prevalência de delirium na DP devido à sobreposição de sintomas, falta de consciência e critérios mal definidos. Nosso objetivo foi identificar a prevalência e incidência de delirium em pacientes internados com DP.
Os participantes foram pacientes com DP internados por um período de quatro meses. A prevalência de delirium foi classificada usando uma avaliação padronizada em uma única visita, com base nos critérios do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, 5ª Edição (DSM-5). Para capturar o tempo restante no hospital, o delírio incidente foi diagnosticado usando enunciados clínicos detalhados e um método de consenso validado.
Quarenta e quatro pacientes com DP consentiram em participar do estudo, respondendo por 53 internações. A prevalência de delirium foi de 34,0% (n = 18). Ao revisar os participantes durante a permanência no hospital, foram identificados 30 (56,6%) casos de delirium incidente. A equipe de admissão examinou 24,5% de delirium e delirium foi documentado em oito (14,8%) dos prontuários médicos. Os casos com delirium eram significativamente mais velhos, tinham escores mais altos de fragilidade e maior tempo de internação (p menor que 0,05 para todos).
O delirium é comum em pacientes com DP na admissão e a incidência aumenta durante a internação, mas o delirium geralmente é esquecido. Nossos resultados destacam a importância da triagem para delirium durante a permanência do paciente no hospital. Estudos futuros devem considerar avaliação frequente ao longo da permanência hospitalar para identificar delirium emergente durante a internação. Este artigo está protegido por direitos autorais. Todos os direitos reservados. Original em inglês, tradução Google, revisão Hugo. Fonte: Physicians Weekly.
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sexta-feira, 31 de janeiro de 2020
segunda-feira, 11 de junho de 2018
segunda-feira, 28 de maio de 2018
Compreender as alucinações e delírios associados à doença de Parkinson (*)
As alucinações e delírios são um aspecto de Parkinson?
As alucinações (ver, ouvir ou observar coisas que não são reais) e delírios (acreditar em coisas que
não são verdade) são sintomas não motores da doença de Parkinson. Em suma, são conhecidos
como psicose da doença de Parkinson. Mais de metade das pessoas que vive com Parkinson terão
alucinações ou delírios durante o curso da sua doença.
O que provoca estas alucinações e delírios?
Atualmente não existe um conhecimento claro da causa exata das alucinações e delírios associados
a Parkinson, embora se acredite que determinados químicos e recetores do cérebro (como a
dopamina e serotonina) contribuam para tal. De um modo geral, crê-se que a condição seja
provocada por um dos seguintes fatores:
Efeito secundário da terapêutica com dopamina
As alucinações e delírios podem ser um efeito secundário de medicações de Parkinson habituais (designadas por terapêuticas dopaminérgicas). Estas medicações aumentam os níveis de dopamina no cérebro, ajudando a melhorar os sintomas motores em doentes com Parkinson. No entanto, o aumento dos níveis de dopamina pode também provocar alterações que levam a alucinações e delírios.
Progressão natural de Parkinson
As alucinações e delírios podem ser desencadeados por alterações no cérebro que ocorrem naturalmente à medida que a doença de Parkinson progride – independentemente de
tomar ou não quaisquer medicações que aumentem os seus níveis de dopamina.
Quem está em risco de desenvolver estes sintomas?
Não existe qualquer previsão certa de que pessoas com Parkinson irão desenvolver alucinações
e delírios. A condição está associada a um número de fatores de risco – tanto internos como
externos. Alguns destes fatores de risco incluem: idade, duração e gravidade da doença de Parkinson e a toma de medicações que aumentam os níveis de dopamina.
Como é que as pessoas descrevem as suas alucinações e delírios?
As pessoas usam, na descrição destes sintomas, termos frequentes como:
Porque é que não existe uma maior sensibilização em relação às alucinações e delírios associados à doença de Parkinson?
Não é raro que as pessoas com psicose associada à doença de Parkinson fiquem em silêncio em relação às suas experiências. Na verdade, apenas aproximadamente 10% a 20% notificam proativamente os seus sintomas aos seus médicos. Continuam a ser envidados esforços para aumentar a sensibilização sobre esta condição. Pode conhecer mais informação sobre os sintomas não motores associados à doença de Parkinson através de qualquer uma das seguintes organizações:
Como posso obter ajuda?
Em primeiro lugar, e mais importante, é falar caso observe quaisquer sintomas como alucinações
ou delírios. É essencial falar sobre todos os seus sintomas da doença de Parkinson com a sua equipa
de tratamento. O diálogo entre doentes, prestadores de cuidados e médicos é uma componente
fundamental no tratamento efetivo da sua condição.
Certifique-se de que pergunta sobre todos os seus sintomas ao seu profissional de cuidados de saúde – e o que pode ser feito para ajudar, incluindo opções de tratamento. Fonte: Nuplazid.
As alucinações (ver, ouvir ou observar coisas que não são reais) e delírios (acreditar em coisas que
não são verdade) são sintomas não motores da doença de Parkinson. Em suma, são conhecidos
como psicose da doença de Parkinson. Mais de metade das pessoas que vive com Parkinson terão
alucinações ou delírios durante o curso da sua doença.
O que provoca estas alucinações e delírios?
Atualmente não existe um conhecimento claro da causa exata das alucinações e delírios associados
a Parkinson, embora se acredite que determinados químicos e recetores do cérebro (como a
dopamina e serotonina) contribuam para tal. De um modo geral, crê-se que a condição seja
provocada por um dos seguintes fatores:
Efeito secundário da terapêutica com dopamina
As alucinações e delírios podem ser um efeito secundário de medicações de Parkinson habituais (designadas por terapêuticas dopaminérgicas). Estas medicações aumentam os níveis de dopamina no cérebro, ajudando a melhorar os sintomas motores em doentes com Parkinson. No entanto, o aumento dos níveis de dopamina pode também provocar alterações que levam a alucinações e delírios.
Progressão natural de Parkinson
As alucinações e delírios podem ser desencadeados por alterações no cérebro que ocorrem naturalmente à medida que a doença de Parkinson progride – independentemente de
tomar ou não quaisquer medicações que aumentem os seus níveis de dopamina.
Quem está em risco de desenvolver estes sintomas?
Não existe qualquer previsão certa de que pessoas com Parkinson irão desenvolver alucinações
e delírios. A condição está associada a um número de fatores de risco – tanto internos como
externos. Alguns destes fatores de risco incluem: idade, duração e gravidade da doença de Parkinson e a toma de medicações que aumentam os níveis de dopamina.
Como é que as pessoas descrevem as suas alucinações e delírios?
As pessoas usam, na descrição destes sintomas, termos frequentes como:
Porque é que não existe uma maior sensibilização em relação às alucinações e delírios associados à doença de Parkinson?
Não é raro que as pessoas com psicose associada à doença de Parkinson fiquem em silêncio em relação às suas experiências. Na verdade, apenas aproximadamente 10% a 20% notificam proativamente os seus sintomas aos seus médicos. Continuam a ser envidados esforços para aumentar a sensibilização sobre esta condição. Pode conhecer mais informação sobre os sintomas não motores associados à doença de Parkinson através de qualquer uma das seguintes organizações:
Como posso obter ajuda?
Em primeiro lugar, e mais importante, é falar caso observe quaisquer sintomas como alucinações
ou delírios. É essencial falar sobre todos os seus sintomas da doença de Parkinson com a sua equipa
de tratamento. O diálogo entre doentes, prestadores de cuidados e médicos é uma componente
fundamental no tratamento efetivo da sua condição.
Certifique-se de que pergunta sobre todos os seus sintomas ao seu profissional de cuidados de saúde – e o que pode ser feito para ajudar, incluindo opções de tratamento. Fonte: Nuplazid.
(*)ATENÇÃO: Este artigo foi extraído de anúncio publicitário “velado” do Nuplazid, medicamento destinado a alucinações do Parkinson, que foi aprovado precocemente nos EUA, em rito inusual no FDA, e que causou algumas mortes em usuários e por isso está sendo re-examinado. O tema é imensamente relevante, pois ainda não se tem um tratamento seguro para as alucinações do Parkinson.
segunda-feira, 19 de março de 2018
sábado, 10 de março de 2018
Compreender as alucinações e delírios associados à doença de Parkinson
As alucinações e delírios são um aspecto de Parkinson?
As alucinações (ver, ouvir ou observar coisas que não são reais) e delírios (acreditar em coisas que
não são verdade) são sintomas não motores da doença de Parkinson. Em suma, são conhecidos
como psicose da doença de Parkinson. Mais de metade das pessoas que vive com Parkinson terão
alucinações ou delírios durante o curso da sua doença.
O que provoca estas alucinações e delírios?
Atualmente não existe um conhecimento claro da causa exata das alucinações e delírios associados
a Parkinson, embora se acredite que determinados químicos e recetores do cérebro (como a
dopamina e serotonina) contribuam para tal (segue..., veja mais aqui: Compreender as alucinações e delírios associados à doença de Parkinson.
As alucinações (ver, ouvir ou observar coisas que não são reais) e delírios (acreditar em coisas que
não são verdade) são sintomas não motores da doença de Parkinson. Em suma, são conhecidos
como psicose da doença de Parkinson. Mais de metade das pessoas que vive com Parkinson terão
alucinações ou delírios durante o curso da sua doença.
O que provoca estas alucinações e delírios?
Atualmente não existe um conhecimento claro da causa exata das alucinações e delírios associados
a Parkinson, embora se acredite que determinados químicos e recetores do cérebro (como a
dopamina e serotonina) contribuam para tal (segue..., veja mais aqui: Compreender as alucinações e delírios associados à doença de Parkinson.
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