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sexta-feira, 1 de maio de 2020

Pernambuco: Remédios para tratar doença de Parkinson está em falta na Farmácia do Estado

Denúncia foi feita por pacientes que precisam de dois medicamentos e um deles está em falta, há mais de seis meses.
Farmácia do Estado/ Foto: Divulgação
30 de abril de 2020 - Os pacientes que têm doença de Parkinson estão sem acesso a dois medicamentos essenciais para o tratamento da enfermidade, entregues pela Farmácia do Estado. Um desses medicamentos está em falta há seis meses, segundo alguns pacientes.

Os medicamentos que são de uso contínuo, precisam ser tomados diariamente para que os pacientes tenham qualidade de vida, mas em alguns casos, estão há mais de seis meses sem chegar.

De acordo com a representante da Associação dos Pacientes com Parkinson de Pernambuco, Maria José Melo, estão em falta o Prolopa e o Mantidan, medicamentos de valor elevado.

“O Prolopa é o mais importante para os pacientes, e já falta o Mantidan há mais de seis meses. Não podemos deixar faltar que o Prolopa, que custa caro. Então, aqui fica meu apelo. Por favor, governo, não deixe faltar nossa medicação”, disse.

Resposta
A Farmácia do Estado reconheceu que está em falta o Prolopa de 200 miligramas e afirmou que esse remédio está em processo de compra. O cloridrato de amantadina de 100 miligramas, conhecido como Mantidan, também está em falta, porque houve problemas na licitação de compra.

A gestão da Farmácia do Estado disse, ainda, que a Secretaria Estadual de Saúde iniciou mai sum processo para adquirir o Mantidan e que o procedimento está em fase final de andamento. Fonte: Portal de Prefeitura.

quinta-feira, 12 de dezembro de 2019

Três meses sem remédio para Parkinson, em Cachoeirinha


Medicamento adquirido pela Solange por meio judicial está sem previsão de reposição do estoque
Três meses sem remédio para Parkinson, em Cachoeirinha
Solange deveria retirar o medicamento nos dias 28 de cada mês

11/12/2019 | Atividades comuns do dia a dia, como tomar banho, lavar a louça, vestir roupas e, até mesmo, caminhar se tornaram verdadeiros desafios para a dona de casa aposentada Solange Reus Vieira, 53 anos, moradora do Parque Brasília, em Cachoeirinha.

Diagnosticada com Doença de Parkinson – causada pela morte das células cerebrais responsáveis pela produção de dopamina, neurotransmissor que controla os movimentos do corpo – desde os 38 anos, Solange necessita tomar, todos os dias, quatro comprimidos do medicamento Stalevo, a fim de amenizar os sintomas de seu problema de saúde (rigidez muscular, tremores, dor e perda da capacidade de movimento, entre outros).

Porém, há três meses, o remédio está em falta na farmácia municipal de Cachoeirinha, onde, todo dia 28, a aposentada deveria retirar quatro caixas: – Só dizem que não tem nada em estoque e que não há previsão para chegar.

Dificuldades

Por via judicial, Solange adquiriu o direito de receber o medicamento – que não integra a lista de remédios fornecidos pelo SUS – na farmácia municipal de Cachoeirinha. Contudo, essa não é a primeira vez que enfrenta a falta do produto.

Em 21 de julho de 2017 e em 22 de maio de 2018, o Diário Gaúcho mostrou o drama da aposentada, que, nas duas ocasiões, não recebia o remédio havia três meses.

Agora, mais uma vez, ela precisa fazer malabarismos para não fi car sem a medicação – essencial para sua qualidade de vida.

Vivendo apenas com um salário mínimo ( R$ 998), decorrente de aposentadoria por invalidez, Solange não tem condições de comprar as quatro caixas que necessita tomar mensalmente – cada caixa custa, em média, R$ 250, totalizando um gasto de R$ 1 mil ao mês.

Para dar continuidade ao tratamento, a aposentada conta com a solidariedade de amigos e familiares, que ajudam a comprar o medicamento.

– Me sinto com vergonha de pedir, mas não tenho escolha.

Se passo um dia sem o remédio, não consigo andar, fico toda dura.

Estou apavorada, pois minha última caixa vai acabar e só arrecadei R$ 80 para comprar a próxima – desabafa Solange, que está aceitando doações para a compra da medicação.

Remédio é responsabilidade do Estado

De acordo com a prefeitura de Cachoeirinha, a cidade é responsável apenas pela distribuição do medicamento, sendo a compra do produto feita pela Secretaria Estadual de Saúde ( SES).

Segundo a assessoria de imprensa, o Estado não está enviando o Stalevo para Cachoeirinha, motivo pelo qual o remédio está indisponível na farmácia municipal.

Questionada pela reportagem, na quinta- feira passada, sobre o motivo da falta do medicamento, bem como sobre a previsão de que a entrega seja regularizada e se o problema estaria afetando outros municípios além de Cachoeirinha, a Secretaria Estadual de Saúde ( SES) não prestou esclarecimentos. Na sexta- feira, a assessoria de imprensa informou que, “ por se tratar de demanda judicial, a Secretaria Estadual de Saúde ( SES) seguirá os trâmites legais”. Fonte: Diário Gaúcho.

quinta-feira, 18 de julho de 2019

Pacientes com Parkinson ficam sem medicamento após Ministério da Saúde suspender compra

17/07/2019 - O Ministério da Saúde suspendeu a compra de 19 remédios, entre eles um indicado para o tratamento da doença de Parkinson. Segundo a diretora da Associação Parkinson Carioca, Shilei Juliace, a suspensão implica em complicações para os pacientes, já que a doença compromete as partes motoras do corpo, como a fala. Fonte: R7, com vídeo. Veja também aqui: Suspensas parcerias para produção de medicamentos para diabetes e Parkinson.

terça-feira, 30 de outubro de 2018

Parkinson: falta de assistência a pessoas em perigo

Apoie as pessoas com parkinson na França, devido à falta de Sinemet (Levodopa), assinando a petição que segue abaixo.

RUPTURA DE ESTOQUE DE MEDICAMENTOS

Nós,

Os pacientes com Parkinson, apoiados por todas as pessoas que convivem diariamente conosco, por todos os profissionais que compartilham e entendem a gravidade da nossa doença, por todas as pessoas que percebem o que uma interrupção do tratamento pode induzir na doença de Parkinson, clamam por uma mobilização maciça, convoquem o grupo a denunciar com raiva e preocupar-se com as interrupções recorrentes das drogas que enfrentamos.

Após repetidos episódios de ruptura no início do ano, anuncia-se agora uma pausa por um período de 7 meses de um medicamento (Sinemet ©, laboratório MSD)! Outros estão chegando, nós sabemos disso!

Esta droga é uma droga no cuidado de um grande número de pessoas com doença de Parkinson. Além da gravidade médica, a ausência desse tratamento mergulha o paciente em terrível sofrimento físico e moral.

Estamos alertando os governos para o risco agudo dessas perturbações para a saúde das pessoas já gravemente afetadas pela doença. Pedimos que essas situações inaceitáveis ​​parem! Exigimos que sanções sejam fornecidas a laboratórios que não cumpram seu dever de suprimento para impedir esse novo escândalo de saúde.

Apelamos ao Presidente da República e ao governo para que encontrem uma resposta urgente a estes problemas que ponham em perigo os pacientes e a credibilidade dos nossos corpos políticos.

Assine AQUI.

segunda-feira, 29 de outubro de 2018

Escassez de drogas: a França Parkinson lança uma petição

29/10/2018 - A associação France Parkinson lança uma petição dirigida ao governo para alertar sobre a escassez de grandes drogas nessa patologia desde o verão.

O laboratório MSD anunciou no final de agosto, um esgotamento prolongado de certas doses de uma droga usada por 45.000 pacientes na França (de 200.000 pacientes com Parkinson), o Sinemet. A escassez de estoques é esperada até março de 2019, devido ao fechamento da fábrica norte-americana que produz a droga para cumprimento de normas.

De acordo com a agência de drogas ASNM, esta é "a pausa mais longa que tivemos para a doença de Parkinson".

"Estamos alertando as autoridades públicas para o risco agudo dessas perturbações para a saúde das pessoas já atingidas pela doença, e pedimos que essas situações inaceitáveis ​​cessem", escreveu a associação em sua petição.

A agência de saúde propôs alternativas em 19 de setembro, mas os medicamentos propostos exigem ajustes de dose e podem induzir desequilíbrios em pacientes acostumados a Sinemet.

A escassez de medicamentos e vacinas é recorrente na França. Um relatório do Senado em 2 de outubro listou nada menos do que 530 escassez de drogas em 2017, dez vezes mais do que dez anos atrás.

O relatório recomendou a criação de um programa público para a produção e distribuição de medicamentos essenciais e o agrupamento de compras de vacinas a nível europeu, de cerca de trinta propostas.

No que diz respeito aos industriais, propôs, por um lado, a ajuda financeira às empresas farmacêuticas que se comprometessem a fabricar em França certas substâncias activas consideradas essenciais e, por outro lado, a publicação de sanções em caso de insucessos no mercado. implementação dos seus planos de gestão de escassez. Original em francês, tradução Google, revisão Hugo. Fonte: Boursorama. Veja mais aqui: Pénurie de médicaments : quelles sont les références concernées? Assine petição AQUI.

quarta-feira, 24 de outubro de 2018

Doença de Parkinson: alerta sobre medicamentos (Europa / França)

23/10/2018 - Maladie de Parkinson : alerte aux médicaments.

Nota:
A escassez de medicamentos sobre a doença de Parkinson torna-se recorrente e mobiliza associações. A França Parkinson está indignada com a escassez de estoques, cuja lista continua. Por exemplo, Sinemet não está mais disponível na dose de 250 mg desde o final de agosto, e suas duas outras formas (100 mg e 200 mg de liberação prolongada) não serão mais entregues em farmácias, de acordo com a Agência Nacional de Segurança de Medicamentos. Não há reabastecimento programado até março de 2019.

sábado, 13 de outubro de 2018

Infarmed pede a farmácias que doseiem medicamento para o Parkinson / Portugal

qui, 13 set - Medicamento "Sinemet" está com ruptura de stock em 45 países, incluindo Portugal. Assista Aqui. Fonte: TVI24.pt.


Enigmática esta falta de Sinemet em 45 países da Europa e do mundo, para mim uma guerra comercial. Diferentemente do Brasil, me parece que o medicamento “sinônimo” de levodopa em Portugal é o Sinemet, e pelo visto a Merck Sharp & Dohme tá querendo aumentar o preço e com isso abrindo uma brecha para a Roche avançar com o Madopar. Tenho muita curiosidade de ver no que vai dar esta guerra comercial, pois teoricamente a Europa teria meios de coibir o “dumping” e outras práticas comerciais que não agridam o mercado de forma a propor um aumento excerbado dos preços. Aqui se digladiarão, pelo mercado da Europa, só menor do que a China e os EUA, os laboratórios Merck, Sharp & Dohme fabricante do Sinemet e o laboratório Roche fabricante do Madopar, remédios cruciais para o tratamento do Parkinson.

quarta-feira, 12 de setembro de 2018

Medicamento para tratar Parkinson está em falta nas farmácias / Portugal

O alerta chega do Infarmed, que garante estar em busca de alternativas.

12 set, 2018 - Há uma rutura no "stock" de Sinemet, medicamento para tratar a doença de Parkinson. Em comunicado divulgado nesta quarta-feira, a Autoridade Nacional do Medicamento (Infarmed) revela que o problema está relacionado com um problema no local de fabrico.

Segundo o Infarmed, a rutura “foi identificada em 45 países, incluindo Estados Unidos da América e Canadá”, e o organismo está a procurar alternativas ao fármaco.

O Infarmed diz ainda ser expectável que existam em Portugal embalagens suficientes de Sinemet em stock para abastecer o mercado até ao final de outubro.
É, contudo, importante que farmácias e distribuidores “façam uma gestão criteriosa dos stocks disponíveis”, apela.

No âmbito das suas competências, o Infarmed convocou as empresas com medicamentos destinados ao tratamento da doença de Parkinson para uma reunião na sexta-feira. Fonte: Sapo.

Se refere à falta do Sinemet, marca de levodopa da Merck Sharp & Dohme, não referindo à falta de Madopar (o Prolopa na Europa). Não se sabe do efeito "Orloff", ou seja, se vai faltar por aqui. Portanto fiquem antenados!

sábado, 6 de janeiro de 2018

Idoso reclama da falta de remédios contra Parkinson na farmácia da UFSC

05/01/2018 - O aposentado Luiz Avila, de 79 anos, morador do bairro Capoeiras, em Florianópolis, está há dois meses sem receber o medicamento Entacapona da farmácia-escola da UFSC. Já o Mantidan está em falta há 30 dias. Os dois remédios são para tratamento do mal de Parkinson, diagnosticado em 2001.

— O Entacapona é o mais caro que eu tomo: uma caixa custa R$ 175 e eu uso quatro por mês. Isso dá R$ 700 só com esse — destaca Luiz.

Com o passar do tempo, novos sintomas vão aparecendo e outros vão se intensificando, por isso Luiz também precisa aumentar as doses dos remédios.

— Vou religiosamente às consultas, tomo os remédios na hora certa. Quando comecei o tratamento, tomava um comprimido. Depois passou para dois, para quatro. Hoje tomo 30 por dia e o Mantidan e o Entacapona são os principais – conta o aposentado.

Com a falta dos remédios, Luiz está com a perna mais rígida, o que prejudica e até impede o andar. Também tem mais tremuras e insônia, piorando muito sua qualidade de vida. Para amenizar a situação, ele tem pedido dinheiro emprestado.

— Não é a primeira vez que falta remédio. Eles são obrigados a me dar. Meu rendimento não dá, então preciso pegar dinheiro emprestado. E quem vai me ressarcir depois? — questiona ele.

A SOLUÇÃO
A farmácia-escola da UFSC é administrada pela prefeitura de Florianópolis, mas os medicamentos são fornecidos pelo Estado. Em resposta à reportagem, a Secretaria de Estado da Saúde informou que a entrega do medicamento Entacapona estava prevista para esta sexta-feira, 5 de janeiro, até o final do dia. “A expectativa é que na semana que vem já seja entregue aos pacientes que fazem uso do medicamento”. Quanto ao Mantidan, informou que “está em processo de compra”.

ONDE COBRAR
A farmácia-escola da UFSC fica no Campus Universitário do bairro Trindade, em Florianópolis. O email de contato é farmaciapmfufsc@gmail.com e o telefone é (48) 3721-2278.

Para informações e reclamações na ouvidoria da Secretaria de Saúde do Estado de Santa Catarina, ligue 0800-482-800. Fonte: Diário Catarinense.

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Farmácia pública de Florianópolis não tem remédio para Parkinson

8 dezembro, 2017 - Por um motivo nada legal, o nosso leitor Luiz Gonçalves, de 79 anos, morador de Florianópolis, aparece “de vez em sempre” aqui na coluna — e cada vez mais apavorado. Ele tem a doença de Parkinson há 15 anos, depende de uma série de medicamentos para controlar os sintomas (como as tremedeiras intensas), e vive com medo porque o principal remédio, o Entacapona(*), fornecido pelo SUS na Farmácia Escola, na Trindade, sempre vem faltando.

Por quê? Segundo a prefeitura de Florianópolis, o Estado é que atrasa a entrega. Já perdi as contas de quantas vezes, por este mesmo motivo, levamos o caso à Secretaria da Saúde e precisamos contar com leitores, inclusive de fora de SC, que literalmente salvaram a vida de seu Luiz, doando a medicação enquanto o poder público não fazia sua parte.

“Vivo, novamente, o mesmo pesadelo: o remédio está em falta de novo e o pessoal da farmácia não sabe informar quando voltarão a fornecer. E como eu sofro, sem esta medicação! Minhas pernas endurecem e eu danço feito ‘boneco do posto’ de tanto tremer. Comprá-lo é difícil pra mim — daria R$ 660 por mês”, conta seu Luiz. Vamos nós, outra vez, levar o caso à Secretaria da Saúde do Estado! Quantas vezes mais, hein? Fonte: Panorama Farmacêutico.
(*) não é o principal medicamento, é um coadjuvante.

sexta-feira, 21 de julho de 2017

Aposentada com Mal de Parkinson não recebe medicamento há três meses em Cachoeirinha

O medicamento deveria ser entregue à aposentada pela farmácia municipal, mas, desde abril, ela não o recebe

21/07/2017 - Há três meses, a aposentada Solange Vieira Loreto, 51 anos, não recebe mais uma medicação que deveria ser disponibilizada gratuitamente pela prefeitura de Cachoeirinha, cidade onde vive. Moradora do Bairro Parque Brasília, ela sofre com as consequências do Mal de Parkinson, que descobriu quando tinha 38 anos.

Para amenizar os problemas causados pela doença — que a impossibilitam de caminhar, amarrar os próprios cadarços, abotoar uma camisa ou fazer outras pequenas atividades cotidianas —, ela precisa tomar diariamente quatro comprimidos de Stalevo 100mg. Cada caixa do remédio custa cerca de R$ 230. O medicamento deveria ser entregue à aposentada pela farmácia municipal, mas, desde abril, ela não o recebe mais.

Justiça

Solange procurou a Defensoria Pública do município onde mora. Na Justiça, o órgão conseguiu, liminarmente, que a prefeitura fornecesse o medicamento. Porém, o Paço Municipal ignorou os pedidos de liberação do remédio ou ao menos do valor correspondente às doses necessárias.

— A Defensoria encaminha a determinação, a prefeitura tem cinco dias para responder. Aí, depois, retorna à Defensoria e, mesmo assim, eles não cumprem. Já aconteceu mais de uma vez — reclama.

A idosa precisa de quatro caixas do medicamento por mês e, vivendo apenas de sua aposentadoria, ela não tem condições de comprá-las. A solução, enquanto aguarda uma resposta da administração pública, é fazer vaquinhas para conseguir a medicação.

Ajuda

Solange mora com os pais — João Joaquim Vieira, 84 anos, e Norina Réus de Loreto, 81 anos, que também sofre com o Mal de Parkinson — e a filha mais nova — Bianca Vieira de Loreto, 21 anos. São eles, entre outros amigos e parentes, que ajudam na hora de comprar o Stalevo e também nos cuidados com Solange.

Em estoque, porém sem prazo de entrega

A prefeitura de Cachoeirinha esclareceu, por meio de sua assessoria de imprensa, que o Stalevo 100mg não é fornecido pelo SUS e que, por isso, ele não está disponível na farmácia municipal. Ainda segundo a administração municipal, a Secretaria Estadual da Saúde (SES) é quem faz a aquisição desse medicamento e envia para que a cidade atenda à demanda, já que Solange tem uma ordem judicial que obriga o Estado a comprar o remédio. Mas, segundo a prefeitura, a SES não tem enviado o remédio à farmácia municipal nos últimos meses.

A SES, também por meio de sua assessoria de imprensa, informou que já fez a compra do medicamento e que ele está em seu estoque, . Entretanto, não deu prazo para que o Stalevo seja encaminhado para a prefeitura de Cachoeirinha e para outras localidades que aguardam pelo remédio. Fonte: Diário Gaúcho.

quinta-feira, 8 de junho de 2017

Pacientes com Parkinson sofrem com falta de medicamento na rede pública de Campinas

Remédio Carbidol, essencial no tratamento, está em falta nos centros de saúde desde março. Prefeitura afirma que distribuição será normalizada na segunda-feira.

07/06/2017 - Pacientes da rede pública de Campinas estão sem tratamento de Parkinson há três meses
O medicamento Carbidol, usado no tratamento de Parkinson, está em falta em toda a rede pública de Campinas (SP), segundo um levantamento feito pela EPTV, afiliada da TV Globo, e confirmado pela Prefeitura. O remédio é essencial no combate da doença porque controla tremor, rigidez dos membros e a instabilidade da postura. Segundo a administração, a distribuição será normalizada na próxima segunda-feira (12).

Os pacientes que precisam do medicamento sofrem com a falta ou precisam gastar mais do que o previsto no orçamento para fazer a compra em farmácias. O valor de uma caixa com 30 comprimidos do remédio varia de R$ 10 a 30. O presidente da Associação Campinas Parkinson, Omar Abel Rodrigues, afirmou que já tentou falar na ouvidoria da administração, mas não teve resposta.

“É um absurdo, isso é desumano. A gente espera que as autoridades façam alguma coisa por nós, porque não é só remédio para Parkinson que está falando. Falta remédio para outras doenças também”, disse Rodrigues.

O aposentado Simião Miranda toma três comprimidos do remédio por dia e desde março não recebe o medicamento. Nesta quarta-feira (7), ele foi até o Centro de Saúde do Centro de Campinas, mas disseram a ele que não tem previsão de retorno. “Quando eu não tomo o remédio eu fico muito lento. Então eu fico preocupado de não tomar”, afirmou.

Em falta
A produção da EPTV ligou para três centros de saúde de diferentes bairros de Campinas e nenhuma das unidades tinha um frasco do remédio. Os locais contatados foram os postos do Vista Alegre, Santa Rosa e Boa Vista.

“Aqui na rede pública não tem muitos medicamentos. Às vezes, as pessoas pensam que a Prefeitura tem todos, mas não tem, infelizmente”, explicou uma atende do Centro de Saúde do Boa Vista.

O que diz a Prefeitura
Além de informar que o serviço deve ser normalizado na segunda-feira, o Executivo afirmou que o atraso aconteceu na entrega do fornecedor e não existe “nenhum problema de distribuição por parte do almoxarifado”. Fonte: Globo G1.

segunda-feira, 20 de março de 2017

Falta de medicamentos afeta pacientes com doenças crônicas - PR

Medicamentos em falta estão deixando os pacientes preocupados
20/03/2017 - Pacientes portadores de doenças crônicas e raras que dependem de medicamentos fornecidos pela rede pública de saúde de Araucária estão enfrentando dificuldades. Alguns remédios específicos para o tratamento de doenças de alta complexidade como doença de Parkinson, Alzheimer, entre outras, não estão sendo fornecidos há vários dias. Medicações de uso contínuo para doenças como hipertensão, diabetes, colesterol e demais, também estão em falta na rede.

Em um dos casos, um paciente idoso, com doença de Parkinson, que está em tratamento há quatro anos, teve que comprar o medicamento com o dinheiro do próprio bolso porque o mesmo estava em falta na rede municipal de saúde. O problema é que o remédio tem um custo muito alto e a família precisou se desdobrar pra conseguir comprá-lo na farmácia convencional. “Desde o início do tratamento do meu pai contamos com o SUS, e fomos sempre muito bem tratados pelos profissionais da saúde daqui, inclusive com assistência farmacêutica. Passamos por alguns problemas sim, como administrações catastróficas que culminaram em prisão de gestores inclusive, mas nunca havia faltado o medicamento. Às vezes atrasava uns dias, mas sempre chegava”, contou o filho.

Neste mês, a família foi na rede buscar o medicamento e ficou preocupada quando recebeu a informação de que estava em falta e não havia previsão para chegar. “Apenas um dos remédios pode chegar à R$ 700,00 cada caixa, com 28 comprimidos, e ele toma quase duas caixas deste por mês. Felizmente tínhamos um dinheiro reservado para emergências e conseguimos um bom desconto em uma farmácia da cidade, mas fico pensando nas pessoas que não têm de onde tirar a grana para comprar. Se a prioridade é mesmo a saúde, não entendo como coisas assim possam estar acontecendo”, disse o filho, em tom de indignação.

O presidente do Conselho Municipal de Saúde – Comusar, Jair Lopes, disse que nesta semana, participou de uma reunião na Câmara, com a presença do secretário de Saúde, Carlos Alberto de Andrade, para discutir a questão da cesta básica de medicamentos fornecidos pelo Município. Segundo ele, a secretaria explicou que está reformulando a grade da cesta básica, isso porque alguns remédios que estavam sendo fornecidos pela rede municipal, são de competência do Estado. “Todos os casos de pacientes serão revistos e esta semana a Prefeitura informou que vai credenciar novas empresas para restabelecer o fornecimento dos medicamentos que competem ao município”, explicou Jair.

Ele disse que o Comusar tem recebido dezenas de reclamações de pacientes que estão com a medicação em falta, principalmente alguns de uso contínuo, como no tratamento da hipertensão. “Há cerca de 10 dias, ouvimos o absurdo de que algumas unidades estavam com falta de medicamentos, mas que os mesmos constavam na lista do almoxarifado. Isso porque não havia veículos da Prefeitura para levar a medicação até os postos. É preciso repensar situações como esta para que os pacientes não sejam ainda mais prejudicados”, comentou o presidente do Comusar.

Licitação
Sobre a questão, a Prefeitura disse que alguns medicamentos que o município fornece estão em processo licitatório, cuja abertura está marcada para a próxima quarta-feira, 22 de março, e outros estão aguardando apenas a entrega por parte dos fornecedores. Ainda conforme a Prefeitura, no ano passado foi realizado o pregão para aquisição de medicamentos não padronizados pela rede pública, mas por três vezes a licitação deu deserta (aquela que nenhum proponente interessado comparece) e a Secretaria de Saúde não conseguiu fornecedor para abrir processo de dispensa de licitação.

A Prefeitura explicou ainda que está sendo iniciada uma nova licitação, na tentativa de conseguir dar continuidade no fornecimento de medicamentos não padronizados para os pacientes que já tem processo aberto na Farmácia Central. “É bom ressaltar que alguns medicamentos podem ser dispensados também pela Farmácia do Estado e só eles podem responder sobre a demanda interna do serviço”, informou.
Texto: Maurenn Bernardo
Fonte: O Popular PR.

sexta-feira, 3 de março de 2017

Pacientes com a doença de Parkinson não recebem o medicamento gratuito

03/03/2017 - Pacientes com doença de Parkinson reclamam da falta da composição do medicamento Levodopa Carbidopa nas unidades de saúde da rede municipal. O medicamento está na lista de medicamentos que são distribuídos gratuitamente à pacientes da rede pública de saúde de Belém.

Associado a outros dois remédios, a fórmula do Levodopa Carbidopa é o principal agente que suprir a carência da Dopamina no cérebro. A falta da substância acentua as características mais marcantes da doença degenerativa, como a parte motora, causando lentidão, tremores e instabilidade postura.

O aposentado Luiz Alberto Oliveira convive com a doença há oito anos. Seguia o tratamento perfeitamente até agosto de 2016, quando o Levodopa Carbidopa deixou de ser distribuído pelas unidades de saúde do município.

"Não encontro em lugar nenhum. Postos de saúde do Telégrafo, Sacramenta, as vezes pegava em Icoaraci, cheguei a ir na Cabanagem. Eu rodava todos os postos de saúde e não encontrava", disse o aposentado.

"A doença está evoluindo muito rápido em mim. Eu tenho oito anos de doença. Estou numa situação que perdi 20kg nos últimos seis meses, perco equilíbrio, já caí na rua", acrescentou Luiz.

Outro aposentado que também sobre com a doença e Valdemir Garcia. Para não ficar sem o medicamento ele já desembolsou mais de R$ 900 desde o mês de outubro de 2016, quando também não conseguiu encontrar o medicamento nas redes públicas e privadas de saúde.

"Eu procuro na lista telefónica e entro em contato com as farmácias daqui de Belém, e onde tem a gente vai lá e pega. A minha filha, também, pela internet ela faz uma busca e encontrou numa farmácia e comprou lá também, via sedex. Em outro estado, em São Paulo. Um amigo meu, com o mesmo problema, o irmão dele mandava do Rio para ele", contou Valdemir.

De acordo com o neurologista Bruno Lopes, a interrupção do tratamento faz com que os sintomas da doença se intensifiquem cada vez mais e impedindo com que o paciente consiga realizar funções básicas e rotineiras.

"Com qualquer desequilíbrio, a falta de qualquer um desses remédios, a pessoa vai ter, certamente, uma grande piora funcional. Coisas do dia a dia que ela fazia com dificuldades se tornam impossíveis de serem feita e isso, com certeza, traz um grande impacto para a vida dessa pessoa", explicou o neurologista.

"Se faltar, eu não consigo nem levantar da cama, eu preciso de ajuda de alguém. E eu tendo ele em casa eu faço as coisas sozinho. Sem auxílio de outra pessoa", afirmou Valdemir.

Em nota, a Secretaria Municipal de Saúde (Sesma) informou que houve um atraso do fornecedor na entrega do medicamento Levodopa Carbidopa, o que prejudicou o abastecimento no segundo semestre do ano passado. Mas, segundo a Sesma, o medicamento já está com o estoque regularizado e sendo entregue às unidades municipais de saúde. Fonte: Itaquera.

terça-feira, 6 de setembro de 2016

Venezuela / Doentes de Parkinson esperam mais de 40 dias por drogas

Há também falta das drogas Sinemet, Madopar e Stalevo

Doentes de Parkinson esperam mais de 40 dias por drogas

06 de setembro de 2016 - Mais de quarenta dias é tempo os pacientes com Parkinson devem esperar para serem fornecidos medicamentos, através de um acordo que o Estado venezuelano tem com a rede de farmácias Farmatodo disse Alexander Hernandez, presidente da Fundação de Parkinson de Caracas, ele está acrescentando que este serviço está sendo oferecido de forma ilegal, já que as pessoas devem se inscrever em um programa e esperar quarenta dias ou mais para ter acesso aos medicamentos. "À espera de que o tempo é como sentenciá-los à morte", disse Hernandez.

Abel Reyes, gerente da farmácia Farmatodo de Urdaneta Avenue, explicou que para a retirada dos medicamentos o paciente deve apresentar a receita médica original e válida, acompanhado do documento de identidade laminado. Ele também disse que se as drogas estão disponíveis no momento em que o paciente de Parkinson chega na farmácia, este é despachado imediatamente, caso contrário, observou há uma lista de espera para quando o medicamento solicitado chegar.

Dr. Robert Weiser, neurologista e ex-presidente da Sociedade Venezuelana de Neurologia disse que os pacientes com Parkinson dependem do acordo entre o governo e Farmatodo. "Se o Estado não vai autorizar a entrega de drogas, os pacientes devem esperar chegar até o fim", disse ele.

Acrescenta escassez problemáticos de droga.

O Dr. Weiser, disse que todas as drogas para Parkinson estão se tornando escassas. Em particular, as drogas que não alcançados são Sinemet, Madopar e Stalevo.

Alexander Hernandez, presidente da Fundação de Parkinson de Caracas, denunciou que a falta é porque cinco mil caixas do medicamento Sinemet, foram roubadas de depósitos do Serviço Autônomo de Pharmaceutical Elaborations (Sefar). "Isso aumentou ainda mais a crise do remédio, especialmente entre os meses de junho e julho."

A Universal tentar se comunicar com qualquer autoridade do Ministério da Saúde para corroborar esta informação, mas nenhuma resposta foi recebida.

Além disso, a disponibilidade do fármaco Sinemet foi encontrada através do site http://www.farmatodo.com.ve/

A única apresentação está disponível em todo o país é dada gratuitamente pelo governo. 30 comprimidos contém 25 miligramas.

O Sinemet comercial de 50 e 25 mg está esgotado em todas as farmácias.

O governo nacional, através do Sistema Integral de Acesso a Medicamentos (SIAMED), está entregando três caixas de medicamentos. "Há pessoas que consomem quatro a seis comprimidos diários. Estas três caixas não são suficientes para cobrir o tratamento, de preferência cinco caixas irá fornecer tratamento", diz Hernandez.

Weiser explica que parar de receber tratamento leva a surgirem todos os sintomas. "Os pacientes entram num estado de espasmos musculares, o corpo é paralisado e tem contrações muito fortes, o que provoca taquicardia cardíaca e movimentos involuntários."

Os pacientes com Parkinson avançado correm o maior risco, porque eles são "absolutamente" dependentes de drogas. "Sem dopamina pessoa não pode se mover e isso resulta em pacientes que morreram de aspiração, como quando tentando engolir, o alimento vai para os pulmões. Isto causa uma pneumonia que acaba matando o paciente", disse o neurologista .

Devido à escassez de pacientes que estão girando para reduzir a quantidade de comprimidos consumidos diariamente. "Isso é grave porque o corpo precisa a dose exata prescrita." Em apenas dois meses, temos visto dez pacientes morrerem e espera-se que este número vá aumentar ", concluiu Hernandez. Original em espanhol, tradução Google, revisão Hugo. Fonte: El Universal.