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sexta-feira, 1 de maio de 2020

Pernambuco: Remédios para tratar doença de Parkinson está em falta na Farmácia do Estado

Denúncia foi feita por pacientes que precisam de dois medicamentos e um deles está em falta, há mais de seis meses.
Farmácia do Estado/ Foto: Divulgação
30 de abril de 2020 - Os pacientes que têm doença de Parkinson estão sem acesso a dois medicamentos essenciais para o tratamento da enfermidade, entregues pela Farmácia do Estado. Um desses medicamentos está em falta há seis meses, segundo alguns pacientes.

Os medicamentos que são de uso contínuo, precisam ser tomados diariamente para que os pacientes tenham qualidade de vida, mas em alguns casos, estão há mais de seis meses sem chegar.

De acordo com a representante da Associação dos Pacientes com Parkinson de Pernambuco, Maria José Melo, estão em falta o Prolopa e o Mantidan, medicamentos de valor elevado.

“O Prolopa é o mais importante para os pacientes, e já falta o Mantidan há mais de seis meses. Não podemos deixar faltar que o Prolopa, que custa caro. Então, aqui fica meu apelo. Por favor, governo, não deixe faltar nossa medicação”, disse.

Resposta
A Farmácia do Estado reconheceu que está em falta o Prolopa de 200 miligramas e afirmou que esse remédio está em processo de compra. O cloridrato de amantadina de 100 miligramas, conhecido como Mantidan, também está em falta, porque houve problemas na licitação de compra.

A gestão da Farmácia do Estado disse, ainda, que a Secretaria Estadual de Saúde iniciou mai sum processo para adquirir o Mantidan e que o procedimento está em fase final de andamento. Fonte: Portal de Prefeitura.

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2020

Associação de Parkinson realizará 13ª edição do bloco Treme Treme

Associação de Parkinson/Divulgação
12/02/2020 - A Associação de Parkinson de Pernambuco realizará neste sábado (15), a 13ª edição do bloco Treme Treme, que reúne os portadores da doença, voluntários, parceiros e familiares dos associados. A programação vai contar com um grupo de dançarinos de frevo e está marcada para acontecer durante toda manhã na sede da Associação de Parkinson de Pernambuco (ASP-PE), no Parque de Exposição do Cordeiro, no Recife.

O bloco foi criado em 2007. Desde então, Gilberto Oliveira, de 58 anos, cai na folia. Há 15 anos Gilberto foi diagnosticado com a doença de Parkinson."Eu recebo medicamentos e faço terapias complementares. Uma atividade como do Bloco Treme Treme, por exemplo, me ajuda. É bom que não enferrujo", conta.

Atualmente a Associação de Parkinson de Pernambuco (ASP-PE) atende cerca de 180 portadores da doença. Criada desde 2001, a instituição oferece diariamente um conjunto de serviços que ajudam no desenvolvimento dos portadores da doença. A associação oferece tratamentos de saúde, entrega de medicamentos, promove encontros e atividades de lazer. Fonte: Diario de Pernambuco.

quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

11ª edição do bloco Treme Treme acontece neste sábado (3)


30.01.2018 - Organizado pela Associação de Parkinson de Pernambuco (ASP-PE), a 11ª edição do desfile bloco carnavalesco Treme Treme será no próximo sábado (3), no Recife. Além da participação de portadores da doença de Parkinson, o bloco promove um encontro entre os voluntários, parceiros e familiares dos associados.

Fundado em 2017 pela ex-presidente da instituição, Teresinha Veloso, o bloco irá se concentra na sede da ASP-PE, às 9h, localizada na rua Engenheiro Ubaldo Gomes de Matos, nº 53, bairro de Santo Antônio, no 2º andar do edifício Dormar. Uma banda irá animar os foliões durante o desfile que encerra na Praça da República.

De acordo a presidente da entidade, Maria José, o momento da diversão, será divido com um ato de reivindicação. “Os associados estão precisando de dois tipos de medicamentos. Um estar em falta há pelo menos 6 meses, outro há um mês. Vamos aproveitar o momento para cobrar ao Governo do Estado os remédios e também a sede própria da associação”, contou Maria.

É em um espaço improvisado que a Associação de Parkinson atende os 300 portadores da doença. A ASP-PE é a única entidade no estado, que oferece diariamente um conjunto de serviços que incluem atendimentos na área de fisioterapia, fonoaudiologia, psicologia, terapia ocupacional, massoterapia, acupuntura, orientação dos tratamentos e distribuição de medicamentos. Além de oficinas que ajudam no desenvolvimento de cada pessoa.

Doação
Para quem quiser ajudar a associação com doações, o valor pode ser depositado na Caixa Econômica Federal, na agência 1294, conta 3061-6, operação 003. A ASP-PE atende pelos telefones: (81) 3424.2710 e (81) 9 9825.9458. Fonte: TV Jornal NE.

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Seminário de atenção integral aborda Parkinson

Os interessados em participar devem chegar ao local e realizar um cadastro.

27/10/16 - Com objetivo de alertar as pessoas sobre o tratamento e as formas de se conviver bem com o Parkinson, um Seminário de Atenção Integral à Pessoa com a doença, será promovido pela Associação de Parkinson de Pernambuco (ASP-PE) nestas quinta (27) e sexta (28), das 8h às 16h. Na ação, várias palestras com especialistas serão ministradas no auditório da Faculdade Joaquim Nabuco gratuitamente. Os interessados em participar devem chegar ao local e realizar um cadastro.

Na conversação, os ouvintes receberão instruções e dicas de como ter autoestima para o tratamento do Parkinson, cuidados essenciais para facilitar a vida das pessoas com a doença, como prevenir a queda e a importância da música para no tratamento. O neurocirurgião, Paulo Tadeu Brainer, que será um dos especialistas a palestrar, destacou alguns pontos que serão abordados no evento. “A doença de Parkinson provoca algumas incapacidades, mas não lhe torna totalmente incapaz, o ideal é que o paciente trabalhe o lado não atingido para que ele se sobressaia”, comentou.

A presidente da Associação de Parkinson de Pernambuco, Terezinha Veloso, comentou a importância de as pessoas comparecerem no evento. “O objetivo principal é mostrar como as pessoas podem conviver bem com a doença. Queremos alertar as pessoas que têm Parkinson a também se prevenirem de outras enfermidades, como câncer.” Fonte: Folha PE.

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

HR pode assumir cirurgias de Parkinson / Pernambuco

15/09/2015 - Com as cirurgias de doença de Parkinson interrompidas por falta de recursos, o Hospital das Clínicas, da UFPE, estudará encaminhar pacientes à rede estadual. Atualmente, o estado tem processo de licitação aberto para compra de equipamentos para cirurgias no Hospital da Restauração, onde o serviço foi paralisado em maio e será retomado até novembro.

O Hospital das Clínicas afirmou que não conhecia o serviço do HR. De 2004 a maio deste ano, 147 pessoas foram operadas na Restauração. Trinta pessoas estão na fila do HR, contra 25 no HC. “De cada cinco pacientes avaliados, um passa por cirurgia”, ponderou o neurocirurgião Paulo Thadeu Brainer.

O serviço não é custeado pelo SUS e só é indicado após avaliação da progressão da doença. A cirurgia não cura o Parkinson, mas pode minimizar sintomas como tremores e rigidez no corpo e ajudar a reduzir as doses de medicamentos. Até 2014, a média de tempo de espera no HR era de três meses. No HC, a última cirurgia foi realizada em abril e não há previsão de retomada. Fonte: Diário de Pernambuco.

terça-feira, 15 de setembro de 2015

Cirurgias de Parkinson deixam de ser realizadas por falta de recursos

Vinte e cinco pessoas aguardam na fila

14/09/2015 - A professora aposentada Rosa Maria Soares, 70, conversava com a filha quando percebeu a mão começar a tremer. O sintoma despertou o alerta e uma consulta médica confirmou o diagnóstico de mal de Parkinson. A doença progrediu, impedindo Rosa até de amarrar o cadarço dos sapatos. Além de se ver obrigada a parar de trabalhar, viu a autoestima desaparecer. Há um ano, depois de se submeter a uma cirurgia, conseguiu retomar a autonomia para as atividades básicas.

Rosa foi uma das 25 pacientes que fizeram a cirurgia no Hospital das Clínicas, vinculado à UFPE, nos últimos dois anos. Outros 25 compõem uma lista de espera. Há 10 meses, entretanto, o hospital deixou de comprar os kits de materiais para fazer os dois tipos de procedimentos - estimulação cerebral e ablação. Neste ano, cinco cirurgias foram realizadas, com equipamentos que sobraram dos disponibilizados no ano passado. A última ocorreu em abril.

A doença de Parkinson ainda não tem cura, mas a cirurgia pode minimizar alguns sintomas como os tremores e rigidez no corpo, além de reduzir as doses de medicamentos. “Eu não conseguia mais andar, passar a toalha nas costas ou lavar um copo. Hoje, voltei a realizar parte dessas atividades. Até a minha expressão facial mudou”, afirmou Rosa.

Os procedimentos não são indicados para todos os pacientes. Geralmente, quem pode fazer são aqueles com uma média de cinco a dez anos de doença, sem efeitos secundários dos remédios e problemas cognitivos. “Se os sintomas evoluírem, o paciente pode sair do protocolo de indicação. É uma corrida contra o tempo”, alerta o neurocirurgião do grupo Pró-Parkinson do HC, Antônio Marco Albuquerque.

Enquanto aguardam um posicionamento, alguns pacientes tentam recorrer à Justiça. Um deles é o aposentado Carlos Freitas, 62, que descobriu o Parkinson há seis anos. Até então, Carlos era taxista e atleta de fim de semana. “Nunca imaginei desenvolver o Parkinson. Jogava bola e andava de bicicleta com frequência. Parei tudo isso, sou escravo da doença. Não tenho liberdade para dirigir nem uso mais sapatos.”

Em nota, o hospital afirmou que nenhuma unidade pública de saúde do Recife realiza a cirurgia porque ela não é coberta pelo SUS. O hospital disse que fazia o procedimento, de forma pontual, com recursos financeiros próprios. Cada cirurgia custa em torno de R$ 200 mil e, em função da crise, a unidade tirou o a operação do rol de serviços oferecidos.

Serviço terá espaço reduzido

Desde 2008, o Hospital das Clínicas tem um serviço especializado em pessoas com Parkinson. O grupo Pró-Parkinson tem 250 pacientes cadastrados e 60 profissionais atuando no tratamento ambulatorial, fisioterapia, odontologia, fonoaudiologia, psicologia e terapia ocupacional. Eles ocupam duas salas, mas terão o espaço reduzido.

“O ideal seria aumentar o espaço físico. Temos um manual com exercícios que ensinamos aqui, para que as pessoas do interior passam fazer em casa. Já chegamos a aplicar ele nos corredores, por falta de espaço”, lembrou o neurologista do grupo, Amdore Asano. Como é programa de extensão, o grupo também obtém recursos através de editais e bolsas.

Em relação ao questionamento sobre a sala utilizada pelo grupo, o HC afirmou o hospital e a UFPE dispõem de diversos espaços para reuniões, sendo necessário apenas que seja feita a reserva antecipadamente. A unidade afirmou ainda que em nenhum momento foi solicitado à Superintendência um espaço destinado a reuniões do grupo que atua no tratamento da doença de Parkinson. Fonte: Diario de Pernambuco.