sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

Os sapatos equipados com laser ajudam os pacientes de Parkinson a dar o próximo passo


21/12/2017 - Aqui é uma maneira inesperada, mas agradável, da tecnologia pode ser capaz de melhorar algumas vidas: sapatos laser. Sim seriamente. Os sapatos equipados com pequenos emissores a laser foram mostrados em testes recentes para ajudar os portadores de doença de Parkinson a caminhar normalmente.

Um dos possíveis sintomas de Parkinson é o que se denomina congelamento (freezing) de marcha, onde uma pessoa se vê incapaz de dar um passo, apesar de se querer seguir em frente. Ser incapaz de se mover durante a duração do congelamento (qualquer coisa de alguns segundos a mais de um minuto) é inconveniente, mas também pode fazer com que uma pessoa perca o equilíbrio e caia.

Curiosamente, durante um período de congelamento, uma pessoa pode sair dele, concentrando-se em algo perto de seus pés que eles podem pisar para cima ou para trás, como uma placa no chão ou uma fenda na calçada. Claro, essa característica nem sempre está presente. E se você pudesse manifestar um pedido?

Essa é a idéia por trás dos sapatos laser, imaginada pela Murielle Ferraye da University of Twente’s: cada um tem um dispositivo de projeção a laser montado no dedo do pé, que produz uma linha de cerca de 18 polegadas à frente - uma linha para a qual o usuário pode então pisar. O laser desliga-se enquanto o sapato está em movimento, então é apenas o pé de repouso que projeta uma linha.

Você pode vê-los em ação aqui:


Um estudo de 21 pacientes de Parkinson descobriu que os sapatos laser reduziram os incidentes de congelamento de marcha por quase metade e reduziram a duração desses congelamentos em mais da metade. A maioria dos pacientes disse que ficariam felizes em usar os sapatos e não se importaria que a linha fosse projetada mesmo quando não estivessem congelados. O trabalho futuro, Ferraye explicou em um comunicado de imprensa da universidade, será destinado a ativar o laser apenas quando um congelamento for detectado.

A pesquisa foi publicada nesta semana na revista Neurology. Original em inglês, tradução Google, revisão Hugo. Fonte: Tech Crunch.

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