domingo, 29 de janeiro de 2017

Jovem portador de Parkinson terá acompanhamento médico


Assista vídeo AQUI (5:41), referente ao insucesso, até o presente, da cirurgia. Talvez o problema seja apenas de necessidade de encontrar ajustes adequados na programação dos parâmetros da estimulação. "Se" acertaram o alvo é uma questão tempo e paciência. Se erraram o alvo, ou o acertaram perifericamente, em posição refratária à estimulação, tem que reposicionar o(s) eletrodo(s) (O ASPECTO MAIS IMPORTANTE DA CIRURGIA! = O ACERTO NO ALVO, normalmente o STN), o que significa dizer haver necessidade de nova cirurgia invasiva do cérebro. E tomara que tenha sido usada bateria recarregável, onde pode-se usar parâmetros mais radicais de estimulação, por ex, mais voltagem e programação "interleaving" para quando esgotar a bateria, ser apenas necessário dar uma carga. Em caso de ter sido usada bateria descartável (gastou a carga, tem que trocar a bateria) os parâmetros de estimulação tem que ser mais conservadores, para não esgotá-la precocemente. Boa sorte ao Altamiro! Fonte: Globo G1.

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