sábado, 6 de abril de 2019

Nossa visita à WIRED Health 2019 no Francis Crick Institute de Londres

APRIL 2ND, 2019 - A WIRED Health, agora em seu sexto ano, retornou ao Instituto Francis Crick, em Londres. O evento foi aberto pelo diretor do Instituto Crick, Paul Nurse, que apresentou o instituto e sua missão de entender a biologia fundamental da saúde e da doença humana. A equipe do Crick, composta por 1500 pesquisadores e três ganhadores do Prêmio Nobel, compõem a maior instalação de pesquisa biomédica da Europa, com uma impressionante lista de pesquisas, apesar de ter apenas dois anos de idade. O tema do WIRED Health e a visão do local foram perfeitamente resumidos por Sir Paul, que fechou seu discurso com a acusação de que “deste cadinho as descobertas do futuro virão”. (...)

O dia empolgante e repleto de recursos terminou com o anúncio de Erin Smith, fundadora da FacePrint, como vencedora do pitch inicial. Erin, uma adolescente empreendedora vinda do Kansas, impressionou a platéia com sua ideia inovadora de usar a distância emocional ao sorrir e rir como um biomarcador para o início precoce da doença de Parkinson. O aplicativo de Erin está em desenvolvimento, tendo concluído uma pesquisa inicial para coletar dados sobre a resposta da expressão facial a estados diferenciados. Original em inglês, tradução Google, revisão Hugo. Fonte: Medgadget.
As imagens são da Wired Health e Wired Magazine.
Sorria!
Não aguento mais.

PERGUNTA: Tu estás chateado com alguma coisa?
RESPOSTA: Não estou chateado com nada, só tenho Parkinson!

Esta resposta provoca indignação, mas vou responder o quê? Ainda mais com a dificuldade de falar, de me expressar, gesticular?

Precisam entender que a expressão facial é prejudicada, os gestos são contrangidos por esta porra de doença… que, a propósito, está completando 202 anos desde sua primeira descrição, e estamos na semana do parkinson, e dia 11 é o dia mundial, e infelizmente nada temos a comemorar, eu p´rá variar, de cara amarrada, pois a cura ainda não está no horizonte, Sim, há paliativos cada vez menos ruins, sejam medicamentosos, sejam cirúrgicos que se sofisticam. Mas cura, cura mesmo, percam as esperanças, infelizmente, e me desculpem a sinceridade, não será nesta encarnação.

Escrevo isto porque na revista Wired Health, sendo a Wired uma das mais plugadas, modernas e importantes revistas do mundo contemporâneo, como o nome diz, informa a notícia transcrita e traduzida acima, que indica o desenvolvimento de uma técnica de usar a distância emocional ao sorrir e rir como um biomarcador para diagnosticar o início precoce da doença de Parkinson.

Agora que o sorriso será quantificado, faço a previsão de que provavelmente haverá uma câmara especial que medirá o sorriso, além do cheiro, e classificará o cara como tendo parkinson ou não. Tudo isto prá dizer que eu só queria ser feliz... E desejo muuuuita força a todos envolvidos nesta batalha diuturna, fé em Deus e pé na tábua! Tempus fugit!

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