terça-feira, 10 de abril de 2018

Faixas de pesquisa estão se multiplicando para melhorar os tratamentos

Les chercheurs travaillent actuellement sur de nouvelles pistes encourageantes pour traiter la maladie de Parkinson 
09/04/2018 - Por ocasião do Dia Mundial do Parkinson, 11 de abril, as seguintes linhas promissoras de pesquisa estão em andamento. O objetivo é diminuir os sintomas do paciente, mas também retardar a progressão da degeneração neuronal.

A esperança da imunoterapia
A imunoterapia, usada em oncologia, interessa atualmente aos pesquisadores o tratamento da doença de Parkinson, caracterizada pela destruição progressiva dos neurônios dopaminérgicos envolvidos no manejo do movimento. Como uma vacina, o objetivo é injetar anticorpos no alvo e eliminar depósitos de proteínas aglomeradas em células dopaminérgicas que estimulam o controle do movimento. Um ensaio clínico de fase II envolvendo 300 pacientes está em andamento no Hospital Universitário de Nantes.

Níveis mais baixos de ferro
Os pacientes com Parkinson têm níveis muito altos de ferro no cérebro, fontes potenciais de degeneração neuronal. Uma nova terapia testa "um quelante de ferro, uma molécula capaz de se ligar ao ferro para formar um complexo que será eliminado na urina", diz Inserm em um comunicado. Um estudo realizado em escala europeia, liderado pelo Lille University Hospital, Inserm e a rede NS-Park, está em andamento.

Especificando a estimulação cerebral
Em 2016, neurologistas do Hospital Universitário de Saint-Etienne (Loire) descobriram que, estimulando o cérebro de pacientes com Parkinson com eletrodos, seu desempenho motor melhorou em 70% e os tratamentos com drogas diminuíram em 40 a 60%. Esta cirurgia é proposta geralmente após 7 a 8 anos de evolução da doença. "Um estudo também deve começar em breve para testar os benefícios desta cirurgia em pacientes com idade acima de 70", diz o Inserm.

Células-tronco de enxerto
O uso de células-tronco continua sendo estudado. A terapia celular envolve injetar os chamados neurônios "funcionais" para substituir os neurônios degenerados. Por enquanto, os resultados são animadores em macacos, de acordo com um estudo publicado na revista Nature em 2017. "A ideia agora é transplantar a partir de células-tronco do próprio paciente, para evitar incompatibilidades entre doadores e receptores e, portanto, o risco de rejeição do transplante", diz o Inserm.

Segunda doença neurodegenerativa após a doença de Alzheimer, a doença de Parkinson afeta cerca de 200.000 pessoas, com a idade de 58 anos, em média. Em alguns casos (10% dos pacientes), a doença é diagnosticada antes dos 50 anos.

Para ir mais longe: franceParkinson.fr/la-recherche/pistes-de-recherche
Original em francês, tradução Google, revisão Hugo. Fonte: Ladepeche.

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