terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Esperança para pacientes com doença de Parkinson, como cientistas revelam que tratamento dá um passo mais perto

Um experimento em pacientes com doença de Parkinson está sendo planejado por um dos pesquisadores envolvidos no estudo

16 JAN 2017 - Os cientistas revelaram que estão um passo mais perto de um tratamento para a doença de Parkinson.

Um composto de ocorrência natural foi encontrado por bloquear o processo molecular pensado estar por trás da condição e poderia formar a base de um tratamento.

Os resultados preliminares sugerem que o composto, chamado esqualamina, também suprime os produtos tóxicos associados ao processo, descobriram pesquisadores da Universidade de Cambridge.

Os acadêmicos enfatizaram que pesquisas adicionais são necessárias e que os achados são baseados em culturas de células desenvolvidas no laboratório e em testes em vermes nematódeos.

Mas o composto tem sido usado em ensaios clínicos para câncer e doenças oculares na América, e um ensaio em pacientes com doença de Parkinson está sendo planejado por um dos pesquisadores envolvidos no estudo.

O estudo foi conduzido por acadêmicos do Centre for Misfolding Diseases com sede na Universidade de Cambridge e Georgetown University e o National Institutes of HealthNational Institutes of Health dos Estados Unidos.

"Para nossa surpresa, encontramos evidências de que a esqualamina não só retarda a formação das toxinas associadas com a doença de Parkinson, mas também as torna menos tóxicas completamente", disse o professor de Química Christopher Dobson, do St John's College da Universidade de Cambridge.

"Se outros testes provarem ser bem sucedidos, é possível que um medicamento que trate pelo menos alguns dos sintomas da doença de Parkinson possa ser desenvolvido a partir da esqualamina".

A co-autora Michele Vendruscolo, da Universidade de Cambridge, disse: "Este é um passo encorajador em nossos esforços para descobrir medicamentos potenciais contra a doença de Parkinson".

As descobertas foram publicadas em Proceedings Of The National Academia de Ciências. Original em inglês, tradução Google, revisão Hugo. Fonte: Mirror.

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