quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Abertas as inscrições para tratamento de doença de Parkinson

Grupo de pesquisas da UFPA oferta tratamento para pacientes já diagnosticados com a doença

11 DE JANEIRO, 2017 - Um grupo de pesquisas da Universidade Federal do Pará (UFPA) iniciou nesta quarta-feira (11) as inscrições para uma série de estudos multidisciplinares para o tratamento do Mal de Parkinson. Para participar, os interessados devem ter sido diagnosticados com a doença e comparecer no Instituto de Ciências da Saúde (antiga Escola de Medicina da UFPA), localizado na avenida Generalíssimo Deodoro, nº 01, em frente à Santa Casa, das 8h às 12h. As inscrições são gratuitas e encerram quando as 45 vagas ofertadas forem preenchidas.

Os pacientes selecionados serão atendidos por um grupo de estudantes e especialistas de diversas áreas como medicina, fisioterapia, terapia ocupacional, dança, psicologia, educação física, biologia e engenharia da computação. Segundo Lana Krejcova, professora de morfologia do Instituto de Ciências da Arte da UFPA, um dos objetivos do projeto é complementar o tratamento médico que o paciente com Parkinson já recebe com atividades motoras, duas vezes por semana. "Só a medicação não ajuda tanto como a atividade motora", ressalta a professora.

Como o objetivo é atender pacientes já diagnosticados com a doença, é necessário apresentar o histórico médico no ato da inscrição. "É feita uma bateria de testes para avaliar o estado motor, psicológico e cognitivo da pessoa. Os resultados são disponibilizados para os pacientes, que podem levar para os seus médicos”, ressalta Lana. Não há prazo de encerramento do projeto. "Enquanto o paciente tiver vontade e puder participar, pode continuar participando”, ressalta a professora.

Muitas pessoas já procuraram o Instituto de Ciências da Saúde para fazer a inscrição. O professor Kleber Feio, de 39 anos, levou o pai, o aposentado Jurandir Feio, de 73 anos, diagnosticado com Mal de Parkinson há quatro anos. "Eu sei que não só aqui, mas em várias universidades, estão sendo observados avanços nas pesquisas sobre a doença. Então, a gente espera que haja um avanço, uma melhora na saúde dele", ressaltou. Fonte: ORM News.

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