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segunda-feira, 30 de abril de 2018

Usuários de vaporizadores eletrônicos / cigarrros eletrônicos (Vapers) e não-fumantes têm a mesma flora intestinal florescente

APRIL 30, 2018 - Vapers and Non-Smokers Have the Same Flourishing Gut Flora.

sábado, 17 de fevereiro de 2018

Israel aposta em maconha com fim medicinal

País custeia estudos com a erva; 25 mil pacientes têm autorização para usá-la

17.fev.2018 - TEL AVIV - Terra do leite e do mel. E da maconha. A erva, cada vez mais usada para fins medicinais, está no cerne da vida e da pesquisa biotecnológica em Israel. Nada menos do que 27% da população de 18 a 45 anos um dos maiores percentuais do mundo consumiu cânabis em 2017.

A demanda levou à criação, por exemplo, do "Uber da maconha", o popular aplicativo Telegrass, para fornecimento anônimo em casa.

Israel descriminalizou parcialmente o uso recreativo da erva em 2017. Sob a nova política, os fumantes flagrados em público estão sujeitos a multas. Só quem for pego muitas vezes é indiciado.

No campo da pesquisa com a planta, Israel saiu na frente na década de 1960, quando o professor Raphael Mechoulam isolou dois componentes: o THC (psicoativo) e CDB (terapêutico).

Em 2016, o governo israelense decidiu investir US$ 2,13 milhões em 13 projetos sendo um dos três governos do mundo a custear pesquisas com maconha, ao lado dos de Canadá e Holanda.

Desde então, mais de 150 testes clínicos estão em andamento e o Ministério da Saúde recebeu mais de 380 pedidos de agricultores para cultivar maconha, além de 95 solicitações de instalação de farmácias e 44 de lojas de produtos derivados.

Vinte e dois laboratórios estão autorizados a vender medicamentos aos 25 mil pacientes israelenses que têm permissão para usar cânabis medicinal. Mas é grande a pressão para aumentar esse número e desburocratizar a certificação de médicos que possam dar receitas.

Os olhos dos israelenses, porém, estão voltados para a exportação. Em agosto de 2016, uma comissão interministerial submeteu uma recomendação de que Israel comece a exportar suas iniciativas na área. A autorização deve sair em breve.

As vendas externas podem atrair receita de US$ 1 bilhão por ano ao país num mercado mundial que deve chegar a US$ 33 bilhões em 2024, segundo comissão dos ministérios da Saúde e das Finanças.

IMPOSTOS
Ao investir no mercado da maconha medicinal, Israel espera não só gerar empregos internamente em áreas como agricultura, pesquisa, comércio, serviços e turismo como também aumentar a arrecadação de impostos.

A imagem de inovadora da "nação start-up" também está em jogo, algo importante para um país sob constantes críticas internacionais.

"Tem havido um aumento no uso de cânabis medicinal e um progresso significativo no entendimento das bases científicas de sua ação", diz Yuval Landschaft, diretor da Agência Israelense de Cânabis Medicinal (AICM).

Hoje, cerca de cem empresas locais trabalham nesse segmento, oferecendo maconha medicinal em formas que não incluem o fumo. São vaporizadores, inaladores, cremes, óleos, pílulas, adesivos e comprimidos sublinguais. Outras 400 empresas buscam entrar nesse mercado.

"Temos uma agricultura muito avançada. Junte a isso o ambiente de inovação e uma substância ilegal que todo mundo usa e ama. Isso vira um jogo muito interessante", diz Saul Kaye, CEO da iCan, grupo de cinco empresas de pesquisa e desenvolvimento ligadas à cânabis.

A iCan levantou US$ 40 milhões só em 2017 para sua incubadora. Investidores estrangeiros investiram um total de US$ 250 milhões no ano passado em start-ups locais.

Entre os produtos desenvolvidos estão um vaporizador que ajuda pessoas com insônia a dormir. O iCan Sleep começa a ser vendido em abril. Também há um nebulizador que lança cânabis em pequenas doses nos pulmões de quem sofre de asma.

Uma das maiores empresas é a Breath of Life Pharma, que conduz dezenas de testes clínicos para remédios com benefícios contra leucemia, câncer no cérebro, psoríase, diabetes e fibromialgia.

Já a Bazelet estuda e comercializa remédios à base de terpeno o aroma da maconha contra dor crônica, pós-trauma, doença de Parkinson, Alzheimer e epilepsia. Fonte: Folha de S.Paulo.

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

Vaporizador para ervas medicinais.

Foi fugaz o sucesso de meu vaporizador. Parou de funcionar. Não comprem deste modelo. Matéria original postada aqui.

domingo, 7 de janeiro de 2018

Vaporizadores para ervas medicinais

Foi fugaz o sucesso de meu vaporizador. Parou de funcionar. Não comprem deste modelo.

07/01/2018 - Como alguns já sabem, passei a algum tempo a consumir maconha para aplacar sintomas da doença de Parkinson. Ocorre principalmente um dilema. Como não prejudicar os pulmões? Fumar cigarros de papel implica em uma enorme quantidades de toxinas que serão inaladas, prejudicando a saúde. Neste meio tempo descobri o vaporizador.

Adquiri, aqui no Sahara (mercado popular), na saída do metrô estação Uruguaiana, no Rio de Janeiro, onde estou, um vaporizador Snoop Doog G-pro 2.0 (R$ 320,00 cash) cuja bateria é carrregada via USB pelo cabo de carga do celular. Não sei quanto tempo vai durar, pois a origem é duvidosa, mas por enquanto tem funcionado direito. Não gera fumaça ou cheiro. Ajustei a temperatura para 190.oC.
Você conhece e sabe para que serve o vaporizador de ervas? Pois é, muita gente nem sabe do que se trata. O fato é o seguinte, sabemos que a maconha por si só já é um planta com propriedades medicinais, que pode ser utilizada para diversos fins, desde dores musculares ou crônicas até náuseas, falta de apetite ou insônia. Além disso, tem um fato muito curioso, sabe-se que a maconha é benéfica para o tratamento de doenças respiratórias como asma e bronquite, mas aí vem a pergunta, como posso tratar uma doença respiratória, por exemplo, se para isso preciso inalar fumaça, que destrói mais os pulmões?

Simples, você pode tratar sua asma ou outras enfermidades quaisquer sejam elas, inalando as ricas propriedades da Cannabis sim, sem que haja fumaça, basta usar um vaporizador.

Com o vaporizador você aquece a erva ao ponto de liberar suas propriedades, através de seus óleos essenciais voláteis, porém não queima, e se não queima não tem fumaça, logo é um método completamente saudável de se consumir suas ervas medicinais.

Ta certo que o preço desses aparelhos não são os mais convidativos, mas pense bem, você fazer um investimento para sua saúde e deixar de usar muitos remédios caros, e não ter nenhum dano colateral tem preço? Para mim não, e vale cada centavo.

Existem diversas marcas e modelos de vaporizadores de ervas. Existem os que são para usar em casa, que possuem tamanho grande, e precisam ser ligados na tomada. Existem os portáteis, que podem ser levados para qualquer lugar, e nesses portáteis, têm os que são à bateria recarregável e os que usam gás butano, como os de isqueiro. Normalmente os portáteis são mais caros, mas em compensação você fica livre para usa-los aonde quiser, e não libera odor da erva, o que torna seu uso muito discreto e pode ser usado em locais públicos.

Outra coisa legal sobre o vaporizador, é que você pode consumir qualquer erva, e não só maconha, e todas as ervas têm suas propriedades terapêuticas. Você pode inalar tomilho, orégano, lavanda, entre muitas outras ervas. E por não haver fumaça, o sabor da erva é sentido por completo, o que deixa a experiência de vaporizar ainda melhor, você sentir o sabor intenso da sua erva não tem preço. (segue...) Fonte: Maconha Medicinal.

E qual a temperatura ideal para vaporizar a maconha?

Canabinóides, terpenos, flavonóides e seus pontos de ebulição

Como sabemos, nas gemas e extratos de marijuana , encontramos um número de compostos, principalmente canabinóides conhecidos, terpenos, flavonóides e também uma quantidade reduzida de substâncias tóxicas que para serem vaporizados por sua vez, deverão atingir o ponto de ebulição.

Cada um deles tem um ponto de fusão e ponto de ebulição diferente, por isso alguns podem não completamente vaporizar – ou não fazê-lo em tudo – se o vaporizador para trabalhar com especialmente baixas temperaturas. O ponto de fusão é a temperatura à qual muda de sólido para líquido, enquanto que o ponto de ebulição é a temperatura necessária para esta substância para passar do estado líquido para estado gasoso, isto é, será a temperatura à qual cada substância irá evaporar para que possamos inalar. Deste modo, podemos ter algum controlo sobre os compostos que irão vaporizar dependendo da temperatura escolhida. É por esta razão que tanta importância é dada à cannabis vaporizadores de controle de temperatura, é uma ferramenta que facilmente deve trabalhar para ter controle real sobre os compostos que respiramos, especialmente se estamos a usá-lo para fins medicinais . Aqui apresentamos um cannabis mais importante, com sua lista de pontos de ebulição e principais propriedades terapêuticas de canabinóides, terpenóides e flavonóides, para que possa ter uma idéia do que compostos vaporizam em determinadas temperaturas. Nós também incluímos as principais liberadas substâncias tóxicas, é claro, com seus pontos de ebulição correspondentes:

Cannabinoides:
Delta-9-tetra-hidrocanabinol, Δ-9-THC: Ponto de ebulição: 157 ° C (314ºF). analgésica, anti-emético, anti-oxidantes, anti-inflamatória e euforia. Fórmula: C21 H30 O2

Canabidiol, CBD: Ponto de ebulição: 160-180 ° (320-356ºF). ansiolíticos, analgésicos, anti-inflamatórios, anti-psicóticos, anti-oxidantes e propriedades anti-espasmódicos. Fórmula: C21 H30 O2

Cannabigerol, CBG: Ponto de ebulição: 52 ° C (126 ° F). anti-inflamatórios, antifúngicos e propriedades antibióticas. Fórmula: C21 H32 O2

Cannabinol, CBN: Ponto de ebulição: 185 ° C (365 ° F). propriedades antibióticas e sedativos. Fórmula: C21 H26 O2

Canabicromeno, CBC: Ponto de ebulição: 220 ° C (428ºF). anti-inflamatórios, antifúngicos e propriedades antibióticas. Fórmula: C21 H30 O2

Tetrahydrocannabivarin, THCV: Ponto de ebulição: 220 ° C (428ºF). analgésicos e euforia. Fórmula: C19 H26 O2

Delta-8-tetrahidrocanabinol, Δ-8-THC: Ponto de ebulição: 175-178ºC (347-352ºF). propriedades antieméticos semelhantes a THC, o psicoativa mais estáveis, mas menos do que isso. Fórmula: C21 H30 O2. (segue...) Fonte: Blog Planeta Sensi.