sábado, 19 de dezembro de 2015

Cérebros de ratos estimulados para encontrar novos tratamentos para a doença de Parkinson

December 18, 2015 - Cérebros de ratos analisados
O tálamo em ratos foi analisado para ver como pulsos de laser poderiam mudar sua condição de sono.
Os cientistas têm vindo a alterar a atividade cerebral de ratos em uma tentativa de ajudar a pavimentar o caminho para novos tratamentos para a doença de Parkinson. Eles mudaram a quantidade de neurônios que atuam np tálamo de ratos - uma parte central do cérebro - para fazê-los cair em um estado de inconsciência, ou para acordá-los.

O tálamo está localizado profundamente dentro do cérebro, e é conhecido por estimular a excitação. Os cientistas usaram essas informações para controlar a excitação de ratos, em uma tentativa de entender melhor como a circulação no cérebro afeta os distúrbios do sono e outras doenças neurológicas.

"Nossos resultados sugerem que o tálamo central funciona como um seletor de rádio que sintoniza o cérebro a diferentes estados de atividade e excitação", disse Jin Hyung Lee da Universidade de Stanford e autor sênior do estudo. "Esperamos usar esse conhecimento para desenvolver melhores tratamentos para lesões cerebrais e outros distúrbios neurológicos."

O tálamo atua como intermediário entre o corpo e o cérebro. Ele recebe sinais de todo o corpo, e transmite essa informação para o córtex - a parte mais externa do cérebro responsável para os nossos cinco sentidos.

O estudo, publicado na eLife, usou pulsos de laser para estimular o tálamo. Vendo como ele é sensível à luz, o tálamo começou a excitar os neurônios, o que significa que o cérebro começou a trabalhar mais rapidamente.

Descobriu-se que quantidades diferentes de pulsos de laser causam diferentes estados de excitação em ratos inclusive dormir. Lotes de pulsos - ou uma alta freqüência – acordaram os ratos, mas menos desses pulsos - ou uma freqüência baixa - colocam-os em um estado inconsciente.

Este tipo de estimulação cerebral já está a ser utilizada como um tratamento em seres humanos, de lesões cerebrais traumáticas, incluindo os danos causados ​​pela doença de Parkinson. No entanto, os pacientes que não estão totalmente conscientes no momento do tratamento mostram um progresso mais lento do que aqueles que estão plenamente conscientes de seus arredores.

Os pesquisadores esperam que esta investigação vá ajudar a desenvolver melhores tratamentos para este tipo de distúrbio neurológico. Original em inglês, tradução Google, revisão Hugo. Fonte: IB Times.

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